Cota uruguaia para a China pode ampliar embarques brasileiros, mas depende de aval
Brasil poderá usar parte do volume não ocupado pelo Uruguai em 2026, mas a China ainda não confirmou a redistribuição.
Brasil poderá usar parte do volume não ocupado pelo Uruguai em 2026, mas a China ainda não confirmou a redistribuição.
Comitiva visitará instalações e fazendas em cinco Estados, além de participar de reuniões com o Ministério da Agricultura.
Entidade avalia que o uso do volume não ocupado pelo Uruguai teria efeito limitado em 2026, mas poderia ajudar nas vendas de 2027.
Contratos da oleaginosa subiram até 1,88%, enquanto milho e trigo também fecharam a sessão em alta.
Uruguai autorizou o Brasil a utilizar parte do volume destinado à China, mas a transferência ainda depende da posição chinesa.
Contratos para novembro caíram 1,23%, mesmo após anúncio de venda de 111 mil toneladas à China.
Compras chinesas de soja e de outros produtos agrícolas estão entre os compromissos avaliados pelos Estados Unidos e pela China.
Abiec avalia que o limite brasileiro pode acabar entre março e abril, enquanto setor discute a divisão dos volumes entre empresas.
Luciano Pascon defende retomada gradual das exportações para a cota chinesa de 2027, enquanto Paulo Emilio vê risco na demanda doméstica.
Estudo destaca exposição do Brasil à China e às importações de fertilizantes, defensivos e diesel para sustentar as exportações agrícolas.
Visita técnica pode avaliar unidades de bovinos, aves e suínos, além de laboratórios; auditoria ainda não foi confirmada oficialmente por Pequim.
Chen Ziyi, conhecida como Ganfan Yingying, fazia transmissões em que consumia grandes quantidades de comida e tinha mais de 1 milhão de seguidores.
Compras ocorrem antes da visita prevista de Xi Jinping a Washington e se aproximam da meta anual firmada entre os países.
Marcos Galvão ressaltou comércio, investimentos, cooperação estratégica e intercâmbio cultural entre os dois países.
Embarques para os Estados Unidos, União Europeia, Rússia e Chile cresceram no mês, enquanto a China recebeu 88,2% menos carne brasileira.
Empresas do setor defendem diálogo regulatório entre os dois países, enquanto aguardam aval chinês para transgênicos já aprovados no Brasil.
Empresas chinesas discutem redução da umidade e características que ajudem a preservar o grão durante a viagem e a armazenagem.
Embarques somaram 16,080 mil toneladas em agosto após o esgotamento antecipado da cota chinesa sem tarifa adicional.
Vendas do setor cresceram 6,2% no primeiro semestre de 2026, com impulso da China, Índia, União Europeia e países do Golfo.