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Influenciadora chinesa morre após parada cardíaca ligada a baixo potássio

Chen Ziyi, conhecida como Ganfan Yingying, fazia transmissões em que consumia grandes quantidades de comida e tinha mais de 1 milhão de seguidores.

Influenciadora chinesa morre após parada cardíaca ligada a baixo potássio

A influenciadora Chen Ziyi, conhecida nas redes sociais como Ganfan Yingying, morreu aos 24 anos após sofrer uma parada cardíaca supostamente associada a níveis muito baixos de potássio no sangue. Ela produzia transmissões de mukbang, formato em que criadores de conteúdo comem grandes quantidades diante das câmeras.

A morte ocorreu em 17 de agosto e foi comunicada pelos pais de Chen nas redes sociais na última sexta-feira (4). A influenciadora tinha mais de 1 milhão de seguidores.

Relatos sobre a saúde

Em 14 de agosto, três dias antes de morrer, Chen publicou um vídeo sobre problemas de saúde relacionados à alimentação excessiva. Ela afirmou que o nível de potássio no sangue havia caído para 2,3, situação que levou à sua hospitalização. Também disse que já tinha sido internada anteriormente pelo mesmo motivo e relacionou as complicações à rotina das transmissões.

No mesmo relato, Chen mencionou que, no passado, costumava provocar o próprio vômito. Em uma das lives, contou ter comido entre 60 e 70 ovos em conserva. Ela disse ainda que alguns produtos exigiam que os criadores continuassem comendo durante as transmissões e que havia pressão para aumentar as quantidades, com o objetivo de impulsionar as vendas.

A influenciadora declarou que, “embora ganhar dinheiro fosse importante, a saúde deveria estar em primeiro lugar”. Segundo Chen, esse modelo poderia levar os mukbangers a ultrapassar seus limites físicos mesmo quando o corpo já apresentava sinais de exaustão.

Regras na China

A China tem regras para limitar conteúdos que incentivem o consumo excessivo de alimentos em transmissões ao vivo. A Lei de Combate ao Desperdício de Alimentos, aprovada em 2021, proíbe produzir, publicar e distribuir conteúdos de áudio e vídeo que estimulem o consumo exagerado e a compulsão alimentar.

Em 2022, o país publicou um código de conduta para streamers online. As regras proíbem simular a ingestão de alimentos, provocar vômito e comer compulsivamente durante transmissões.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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