A influenciadora digital Kamyla Maria, conhecida como Kamylinha, apagou as fotos da comemoração do segundo mês de vida da filha, Kemily, após receber críticas nas redes sociais. As imagens mostravam a bebê com roupa de estampa de oncinha, sapatinhos com salto alto e uma chupeta que simulava lábios femininos com batom vermelho.
Usuários acusaram Kamylinha de expor a criança à sexualização e à adultização precoce. A repercussão também reacendeu discussões sobre os limites da exposição infantil nas redes sociais.
Pedido de desculpas
Na noite de terça-feira (15), Kamyla publicou um vídeo no Instagram ao lado do marido, Andyn. Ela afirmou que os dois estão aprendendo a cuidar da filha e reconheceu que a escolha dos acessórios foi um erro. “Vendo com outros olhos, a gente errou. Nós somos seres humanos, erramos e estamos aqui todo dia tentando acertar”, declarou.
A influenciadora disse ainda que ficou emocionalmente abalada com a reação ao conteúdo e agradeceu aos seguidores que alertaram sobre o teor das imagens. “Me sinto péssima como mãe, minha cabeça fica um turbilhão de coisas”, afirmou.
Kamylinha também declarou que não quer que a filha seja submetida a situações de crueldade. O episódio ocorreu após a influenciadora ter sido citada em uma investigação apresentada por Felca sobre redes de adultização de adolescentes associadas a Hytalo Santos.
Santos foi condenado em primeira instância a 11 anos de prisão por produção e distribuição de conteúdo sexual envolvendo menores de idade.







