Moraes defende ouvir testemunhas sobre relatório da Polícia Federal
Ministro do STF afirma que depoimentos podem verificar informações sobre André Mendonça e a investigação envolvendo o INSS.
Ministro do STF afirma que depoimentos podem verificar informações sobre André Mendonça e a investigação envolvendo o INSS.
Ministro do STF afirmou que as informações citadas sobre o procurador-geral da República têm outra densidade, na avaliação dele.
Discussão ocorreu durante análise de pedido de investigação relacionado a Alexandre de Moraes e ao caso Daniel Vorcaro.
Ministro acompanhou Flávio Dino e questionou a tramitação do processo sobre eventual investigação de Alexandre de Moraes.
Ministro afirmou haver uma “miscelânea procedimental” e defendeu que seu caso tenha o mesmo rito do processo envolvendo André Mendonça.
Ministro acompanhou Edson Fachin e contestou acusações sobre pedido à PF e suposto relatório de inteligência.
Gilmar Mendes, Flávio Dino e Cristiano Zanin apoiam a unificação e o adiamento para 23 de setembro; Edson Fachin é contrário.
Sessão discutiu mensagens entre Alexandre de Moraes e Vorcaro; ministros usaram metáforas e citaram Fábio Porchat durante os votos.
Gilmar Mendes usou a expressão contra André Mendonça durante sessão que discutiu o caso envolvendo Alexandre de Moraes e o Banco Master.
Ministro afirmou que o colega levantou o sigilo de documento da PF para constranger posições contrárias à sua atuação na Corte.
Ministro havia solicitado que o presidente do STF avocasse o caso antes de questionar a retirada de André Mendonça da relatoria.
Ministros discutiram critérios para investigar integrantes da Corte e trocaram acusações durante sessão extraordinária.
Ministro acusa colega de pressionar a Polícia Federal e chama de fraudulenta a investigação sobre sua atuação no caso Banco Master.
Gilmar Mendes criticou a condução de André Mendonça, enquanto ministros divergiram sobre a apuração e o afastamento do diretor-geral da PF.
Ministro afirmou que o presidente de um tribunal não pode retirar um relator e defendeu a permanência de André Mendonça no caso.
Ministros discutiram critérios para investigar integrantes da Corte durante sessão que analisa pedido de André Mendonça.
Ministro disse que remeteu os autos ao presidente do STF após identificar menção a integrante do tribunal nas mensagens analisadas.
Ministro cita contrato de R$ 380.000,00 entre instituto fundado por Mendonça e a Prefeitura de São Paulo.
Ministro afirmou a Fachin que medidas adotadas na apuração seguiram a supervisão judicial e não indicaram suspeitas contra citados.
Ministro afirma que relatórios de inteligência da PF podem servir para obter provas, embora os documentos indiquem não ter valor probatório.