El Niño divide a primavera no Brasil entre chuva no Sul e seca no Norte
A estação começa em 22/9, com previsão de mais chuva no Sul e em parte do Sudeste e calor no Centro e no Norte.
A estação começa em 22/9, com previsão de mais chuva no Sul e em parte do Sudeste e calor no Centro e no Norte.
Escassez no mercado físico mantém as cotações firmes nos portos, enquanto analista prevê possibilidade de novas altas.
Levantamento do MapBiomas identificou 2.172 localidades altamente expostas à seca durante o El Niño de 2024.
Onze municípios estão em emergência, enquanto o governo estadual monitora rios e prepara a distribuição de cestas e kits.
Ribeirinhos temem repetir os impactos da estiagem de 2023 e 2024, enquanto organizações cobram medidas permanentes para água e produção.
Fenômeno pode manter intensidade muito forte até o início de 2027, enquanto a neutralidade climática ganha força entre abril e junho.
Distribuidora prevê 19 bases operacionais, mais veículos e automação para acelerar o atendimento durante interrupções de energia.
A empresa vendeu menos adubos no segundo trimestre, enquanto alerta para efeitos do clima e da menor reposição de nutrientes no solo.
Agricultores enfrentam crédito restrito, margens menores e possibilidade de El Niño forte no próximo ciclo.
Funceme prevê maior irregularidade, períodos secos e temperaturas elevadas caso o fenômeno climático ganhe intensidade.
Fenômeno já está configurado no Pacífico e pode atingir intensidade histórica entre outubro e dezembro, segundo a NOAA.
Estimativa da Bolsa de Cereais de Buenos Aires prevê avanço de 1,2% na área, com influência do milho e do El Niño.
Pesquisadores recomendam planejamento de médio e longo prazo, atenção ao clima e adoção de técnicas específicas em cada região.
Alexandre Mendonça de Barros sugere proteger parte do resultado, mas alerta para o risco de vender mais do que o produtor poderá colher.
Agência dos EUA prevê fortalecimento do fenômeno até o fim de 2026, com águas do Pacífico acima da média.
Estação começa em 22 de setembro sob influência do El Niño, com impactos distintos sobre chuvas e temperaturas no país.
Produtores já negociaram parte da safra 2026/27, mas o risco associado ao El Niño reduz o ritmo de comercialização antecipada.
Consultorias projetam produção acima de 183 milhões de toneladas, enquanto custos, crédito e clima limitam decisões dos produtores.
Fenômeno deve permanecer ativo até fevereiro de 2027, com riscos de secas, inundações e calor extremo.