Em comício em Guarulhos, Lula associa disputa presidencial à democracia
Presidente também criticou Flávio Bolsonaro, citou investigações sobre o filho e falou sobre economia e candidatos governistas em São Paulo.
Presidente também criticou Flávio Bolsonaro, citou investigações sobre o filho e falou sobre economia e candidatos governistas em São Paulo.
Presidente afirmou que a redução da jornada beneficiaria todos, mas teria impacto especial sobre as mulheres.
Professor avalia que Lula deve combinar defesa da soberania, diálogo com Washington e aproximação com outros centros de poder.
Presidente afirmou que Ricardo Couto conduz o governo com seriedade e acusou aliados de Bolsonaro de ligação com milicianos.
Presidente citou Alexandre de Moraes e Dias Toffoli e defendeu resolver a crise antes de discutir uma reforma do Judiciário.
Coligação afirma que o candidato apresentou versão distorcida sobre o governo, o STF e temas como segurança pública, pobreza e renda.
Aumento de 15% no benefício foi anunciado 17 dias antes do primeiro turno e motivou críticas, defesa política e ameaça de ação na Justiça Eleitoral.
Presidente afirmou que o programa deve continuar até que haja crescimento econômico, empregos de qualidade e mais investimentos em educação.
Presidente também defendeu julgamento conjunto de condutas de Mendonça e Moraes e comentou eleições, ONU e condenados pelo 8 de janeiro.
Presidente não informou quando a distribuição começará nem quais serão os critérios para acesso aos medicamentos.
Datafolha registra 46% para Lula e 44% para Flávio Bolsonaro no segundo turno, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.
Pesquisa Datafolha mantém empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro e mostra cenários com outros quatro adversários.
Pesquisa mostra empate técnico entre os dois, com margem de erro de dois pontos porcentuais; Cury tem 6% e Caiado, 4%.
Pesquisa mostra 34% de aprovação da gestão e 50% de reprovação ao presidente; Lula lidera a disputa de primeiro turno com 39%.
Candidato do PL também chamou Lula de “pinguço” em comício na Bahia e prometeu ações contra o narcoterrorismo.
Candidato do PSD também questionou o reajuste do Bolsa Família e apresentou propostas para segurança e reforma tributária.
Candidato do PL chamou o presidente de termos ofensivos e afirmou que o aumento de 15% no benefício seria ilegal durante as eleições.
Candidato à Presidência classificou o reajuste do benefício mínimo como eleitoreiro e defendeu qualificação profissional para os beneficiários.
Em Ceilândia, presidente também pediu unidade entre candidaturas progressistas e afirmou que o eleitor não pode errar o voto.
Em sabatina, Ronaldo Caiado associou os adversários a grupos distintos no STF e criticou investigações e denúncias envolvendo os dois.