O candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) criticou o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O benefício mínimo passará de R$ 600 para R$ 691.
Zema classificou a medida como eleitoreira e acusou Lula de agir de forma irresponsável diante da situação fiscal do país. "Esse reajuste do Bolsa Família é uma medida eleitoreira que mostra o desespero do Lula depois de perder a liderança nas pesquisas do segundo turno", afirmou.
De acordo com o governo, o aumento terá impacto de R$ 5,8 bilhões nas contas públicas em 2026 e de R$ 22,7 bilhões em 2027. Para o candidato, a ampliação do programa compromete recursos públicos enquanto o PT deixou brasileiros na pobreza nos últimos 20 anos.
Proposta para beneficiários
Embora tenha dito que considera o Bolsa Família uma política pública importante, Zema defendeu que o programa seja ligado a ações de inserção dos beneficiários no mercado de trabalho. Entre as medidas citadas estão a qualificação profissional e o pagamento de valores maiores para quem precisar cuidar de crianças ou idosos.
A proposta apresentada pelo candidato prevê um prêmio de R$ 5 mil às famílias que deixarem o Bolsa Família depois de conseguir um emprego formal. "Quero valorizar as famílias que conseguirem vencer a pobreza", declarou.
Zema também afirmou que o objetivo é criar uma porta de saída dos programas sociais por meio do emprego.









