Trigo ganha valor no Brasil em meio a dúvidas sobre a safra de 2026
Chuvas, umidade e doenças afetam lavouras, reduzem a qualidade dos grãos e elevam as incertezas sobre a produção.
Chuvas, umidade e doenças afetam lavouras, reduzem a qualidade dos grãos e elevam as incertezas sobre a produção.
Preço médio caiu em São Paulo, enquanto 21 das 39 praças monitoradas pela AgRural tiveram alta na última semana.
Índice do Cepea avançou 3,45% em agosto, com pressão positiva de grãos, hortifrutícolas e pecuária.
Divergências sobre preços e qualidade dos lotes mantêm compradores e vendedores afastados no mercado físico, afirma o Cepea.
Cotações avançam enquanto chuvas afetam áreas produtoras e elevam a atenção sobre a qualidade dos grãos.
Compradores reduziram o ritmo das aquisições, enquanto a oferta mais restrita limitou a queda das cotações.
Cortes congelados e resfriados subiram no atacado paulista, enquanto aves vivas também tiveram alta nas cotações.
Cotações caíram no norte do Paraná e na região dos Grandes Lagos, segundo o Cepea, com consumo afetado pelo frio.
Indicador Cepea/Irga-RS chegou a R$ 79,44 por saca de 50 quilos, com alta de 1,37% desde o início de setembro.
Indicador Cepea/Esalq marcou R$ 4,3261 por libra-peso; embarques acumulados até agosto já são o quarto maior volume anual da série histórica.
Etanol hidratado atingiu R$ 2,3991 por litro, enquanto o açúcar cristal chegou a R$ 117,34 a saca de 50 quilos.
Cepea aponta queda de 1,85% no carioca de qualidade superior e avanço de 3,36% no feijão-preto.
Laranja pera de mesa caiu nos primeiros dias de setembro, enquanto o limão tahiti subiu com a oferta reduzida na entressafra.
Relação de troca piorou em agosto após altas do milho e do farelo de soja, aponta o Cepea.
Indicador Cepea/Esalq caiu 0,53% e fechou a R$ 160,14 por saca nesta quinta-feira (3/9).
Cotação média ficou em R$ 4,97 o quilo em agosto, com queda de 4% sobre julho, segundo o Cepea.