Boi gordo tem pouca negociação, enquanto carcaças sobem no início da semana
Mercado paulista mantém a arroba em R$ 350, e escalas de pequenos e médios frigoríficos ficam menos confortáveis.
Mercado paulista mantém a arroba em R$ 350, e escalas de pequenos e médios frigoríficos ficam menos confortáveis.
Brasil poderá usar parte do volume não ocupado pelo Uruguai em 2026, mas a China ainda não confirmou a redistribuição.
Entidade avalia que o uso do volume não ocupado pelo Uruguai teria efeito limitado em 2026, mas poderia ajudar nas vendas de 2027.
Uruguai autorizou o Brasil a utilizar parte do volume destinado à China, mas a transferência ainda depende da posição chinesa.
Abiec prevê que a retomada do comércio bovino dependa da reinclusão do Brasil na lista europeia e de um período de transição.
Abiec avalia que o limite brasileiro pode acabar entre março e abril, enquanto setor discute a divisão dos volumes entre empresas.
Luciano Pascon defende retomada gradual das exportações para a cota chinesa de 2027, enquanto Paulo Emilio vê risco na demanda doméstica.
A Conab projeta queda mais forte na produção em 2027, enquanto os embarques continuam avançando em ritmo menor.
Em Araçatuba e Barretos, a arroba do boi gordo ficou em R$ 345, com negócios reduzidos no início da semana.
Poucos negócios foram registrados após o feriadão, enquanto vendas de carne e reposição de estoques sustentaram os preços.
Embarques para os Estados Unidos, União Europeia, Rússia e Chile cresceram no mês, enquanto a China recebeu 88,2% menos carne brasileira.
Ordens executivas incluem apoio a pequenos processadores, revisão de rótulos e indenização por ataques de lobos.
Embarques somaram 16,080 mil toneladas em agosto após o esgotamento antecipado da cota chinesa sem tarifa adicional.
Companhia projeta receita maior entre 1,5% e 2% no ano fiscal de 2026, mas prevê perdas na operação bovina dos Estados Unidos.