Trigo ganha valor no Brasil em meio a dúvidas sobre a safra de 2026
Chuvas, umidade e doenças afetam lavouras, reduzem a qualidade dos grãos e elevam as incertezas sobre a produção.
Chuvas, umidade e doenças afetam lavouras, reduzem a qualidade dos grãos e elevam as incertezas sobre a produção.
Chuvas mais regulares devem favorecer o avanço do plantio no Estado, enquanto Mato Grosso e Rondônia enfrentam irregularidade climática.
Cotações avançam no Paraná e em Minas Gerais, em um cenário de estoques finais estimados em 98,1 mil toneladas para 2026.
Preço médio caiu em São Paulo, enquanto 21 das 39 praças monitoradas pela AgRural tiveram alta na última semana.
Recorde brasileiro em agosto e exportações vietnamitas acima da média podem manter as cotações pressionadas no curto prazo.
Indicador Cepea/Esalq subiu 0,80% em 16/9, enquanto preços ficaram estáveis em duas praças monitoradas pela AgRural.
Divergências sobre preços e qualidade dos lotes mantêm compradores e vendedores afastados no mercado físico, afirma o Cepea.
Arroz em casca foi cotado a R$ 80,35 por saca de 50 quilos, com alta de 2,53% em setembro.
Cotações avançam enquanto chuvas afetam áreas produtoras e elevam a atenção sobre a qualidade dos grãos.
Soja recua 0,07% em Paranaguá, mas avança em Ponta Grossa, Primavera do Leste e Luís Eduardo Magalhães.
Compradores reduziram o ritmo das aquisições, enquanto a oferta mais restrita limitou a queda das cotações.
Mercado acompanhou a baixa em Chicago; saca caiu R$ 5 em Erechim e foi negociada a R$ 160,55 em Paranaguá.
Alexandre Mendonça de Barros sugere proteger parte do resultado, mas alerta para o risco de vender mais do que o produtor poderá colher.
Indicador Cepea/Irga-RS chegou a R$ 79,44 por saca de 50 quilos, com alta de 1,37% desde o início de setembro.
Umidade favorece a florada do robusta e do arábica, enquanto os preços recuam com a maior oferta brasileira.
Produtores já negociaram parte da safra 2026/27, mas o risco associado ao El Niño reduz o ritmo de comercialização antecipada.
Indicador Cepea/Esalq recuou 0,25% após o feriado, enquanto produtores aguardam mais chuvas para começar a safra 2026/27.
Cepea aponta queda de 1,85% no carioca de qualidade superior e avanço de 3,36% no feijão-preto.
Indicador Cepea/Esalq caiu 0,53% e fechou a R$ 160,14 por saca nesta quinta-feira (3/9).