Flávio Bolsonaro questiona reajuste de 15% do Bolsa Família em ano eleitoral
Candidato do PL chamou o aumento de ilegal e proibido; governo prevê custo de R$ 5,8 bilhões neste ano e R$ 22 bilhões em 2027.
Candidato do PL chamou o aumento de ilegal e proibido; governo prevê custo de R$ 5,8 bilhões neste ano e R$ 22 bilhões em 2027.
Candidato à Presidência classificou o reajuste do benefício mínimo como eleitoreiro e defendeu qualificação profissional para os beneficiários.
Petista afirmou que o benefício subiu 15,04%, de R$ 600 para R$ 691, e comparou a medida a desonerações e juros.
Candidato do Missão chamou o aumento de 15% de medida populista e criminosa e afirmou que pretende derrubá-lo na Justiça Eleitoral.
Candidato do Missão quer convocar beneficiários aptos para frentes de trabalho e prevê perda do benefício após três recusas.
Pesquisa BTG/Nexus mostra Flávio à frente entre evangélicos e Lula liderando entre católicos e beneficiários do programa social.
Candidato também apresentou propostas para o Bolsa Família, o trabalho comunitário e o pagamento por hora.
Na orla de Copacabana, candidato do Avante defendeu diálogo entre eleitores de direita e esquerda e propôs mudanças no Bolsa Família.