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Flávio Bolsonaro questiona reajuste de 15% do Bolsa Família em ano eleitoral

Candidato do PL chamou o aumento de ilegal e proibido; governo prevê custo de R$ 5,8 bilhões neste ano e R$ 22 bilhões em 2027.

Flávio Bolsonaro questiona reajuste de 15% do Bolsa Família em ano eleitoral

VITÓRIA DA CONQUISTA (BA) — O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que o reajuste de 15% do Bolsa Família anunciado pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é ilegal e proibido por ocorrer durante o período eleitoral. Faltam 17 dias para o 1º turno.

A declaração foi feita durante um comício em Vitória da Conquista. Flávio disse que o governo não poderia editar o decreto e acusou Lula de anunciar uma medida que, na avaliação dele, não foi adotada nos quatro anos de governo.

“Não caiam em mais uma promessa da campanha”, declarou o candidato do PL. Ele também afirmou que o presidente teria feito o anúncio por desespero e que tentaria enganar os eleitores com o reajuste.

O governo anunciou o aumento nesta quinta-feira. O ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, informou que a medida terá custo de R$ 5,8 bilhões neste ano, a partir de outubro, e de R$ 22 bilhões em 2027. De acordo com o ministro, o impacto será absorvido pelo espaço fiscal disponível nos dois exercícios.

Com a correção linear dos benefícios, o valor mínimo pago pelo Bolsa Família passará de R$ 600 para R$ 691. A média dos pagamentos subirá de R$ 691 para R$ 777.

Moretti justificou a alta com a previsão legal de correção pela inflação. Segundo ele, a variação acumulada do INPC desde o início do programa até agosto foi de 15,04%.

Em 2022, a 100 dias do primeiro turno, o então presidente Jair Bolsonaro (PL) havia elevado de R$ 400 para R$ 600 o valor do Auxílio Brasil, nome adotado pelo programa naquele período.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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