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Lindbergh defende reajuste do Bolsa Família e critica reação do mercado

Petista afirmou que o benefício subiu 15,04%, de R$ 600 para R$ 691, e comparou a medida a desonerações e juros.

Lindbergh defende reajuste do Bolsa Família e critica reação do mercado

O candidato a deputado federal pelo Rio de Janeiro Lindbergh Farias (PT) defendeu o reajuste de 15,04% do Bolsa Família anunciado pelo governo Lula nesta quinta-feira (17). Com a mudança, o piso do benefício passou de R$ 600 para R$ 691.

Em uma publicação no X, Lindbergh criticou as reações contrárias ao aumento e afirmou haver uma “gritaria dos ricos e da Faria Lima”. O petista também parabenizou Lula pelo compromisso com os mais pobres.

Comparação com desonerações e juros

Lindbergh comparou as críticas ao reajuste com as desonerações concedidas a empresas e com os gastos relacionados aos juros. Na mensagem, disse que as reações ao Bolsa Família contrastam com o silêncio diante do chamado Bolsa Empresário, que, segundo ele, supera R$ 500 bilhões por ano, e da taxa Selic, que leva mais de R$ 1 trilhão do povo brasileiro.

Em vídeo publicado junto à mensagem, o candidato voltou a criticar banqueiros e o mercado financeiro. “Esse pessoal é cínico. Eles são contra o povo, são contra pobre”, afirmou.

Lindbergh disse ainda que não há reclamações quando empresas recebem isenções. Ao tratar das desonerações, mencionou R$ 500 bilhões destinados aos grandes empresários. Sobre os juros, citou R$ 1 trilhão.

Ao fim do vídeo, o candidato relacionou o reajuste a pautas sociais e trabalhistas e celebrou a decisão do governo: “Valeu, Lula. Tá certo, tem que fazer para o povo.”

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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