A produção de origem animal movimentou R$ 128,0 bilhões em 2025, alta de 5,6%, enquanto o rebanho bovino brasileiro recuou 1,7%, para 234,3 milhões de cabeças. Os dados são da Pesquisa Pecuária Municipal (PPM) 2025, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A produção de leite de vaca respondeu por 63,4% do valor total da produção pecuária. Na aquicultura, o valor chegou a R$ 13,2 bilhões, crescimento de 12,5%.
Rebanho por região
O Nordeste foi a única região a registrar alta no efetivo bovino, de 2,2%, alcançando 37,3 milhões de cabeças. No Centro-Oeste, o rebanho caiu 3,7% e chegou a 72,2 milhões de animais, o equivalente a 30,8% do total nacional. Apesar da redução, a região continuou concentrando o maior número de bovinos do país.
O Norte teve queda de 1,8%, para 63,4 milhões de cabeças. No Sudeste, o recuo foi de 1,0%, com 37,3 milhões, enquanto o Sul registrou baixa de 1,7%, para 24,1 milhões. As duas regiões tiveram a terceira redução anual consecutiva.
Segundo o IBGE, o resultado nacional refletiu o aumento do abate nos últimos quatro anos, principalmente de fêmeas. Foi a segunda queda seguida do rebanho bovino.
São Félix do Xingu (PA) liderou o ranking municipal, com 2,7 milhões de cabeças, ou 1,2% do total. Corumbá (MS) tinha 2,2 milhões; Porto Velho (RO), 1,7 milhão; Cáceres (MT), 1,4 milhão; e Marabá (PA), 1,3 milhão.








