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Campanhas ao governo de Pernambuco declaram R$ 12,7 milhões em despesas

Raquel Lyra e João Campos concentram 96% dos gastos informados à Justiça Eleitoral até 13 de setembro.

Campanhas ao governo de Pernambuco declaram R$ 12,7 milhões em despesas
Foto: Reprodução/TV Globo

As campanhas ao governo de Pernambuco declararam mais de R$ 12,7 milhões em despesas desde 16 de agosto, início da campanha eleitoral. Os dados integram a primeira prestação de contas enviada à Justiça Eleitoral até 13 de setembro.

Raquel Lyra (PSD), candidata à reeleição, e João Campos (PSB) concentram 96% do total informado. As declarações estão disponíveis na plataforma Divulgacand, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e são encaminhadas pelo Conta+JE, sistema da Justiça Eleitoral usado para centralizar receitas e despesas.

Raquel Lyra declarou R$ 7.631.639,12 em gastos, dos quais cerca de R$ 3,7 milhões já foram pagos. A campanha registrou R$ 11,9 milhões em receitas. Desse total, R$ 11,6 milhões foram doados pelo diretório nacional do PSD e R$ 190 mil pelo diretório estadual do partido em Pernambuco. Também houve uma doação de R$ 20 mil feita por Gustavo Krause.

João Campos informou R$ 4.567.993,72 em despesas, com R$ 3,5 milhões já pagos. Entre os gastos, estão R$ 1,1 milhão para produção de programas de rádio, televisão ou vídeo, R$ 1 milhão em material de campanha e R$ 955 mil para impulsionamento de conteúdos nas redes sociais. Do valor destinado ao impulsionamento, R$ 565 mil foram pagos à Meta.

A campanha de João Campos declarou R$ 4,9 milhões em receitas. O diretório nacional do PSB repassou R$ 3,5 milhões, enquanto o diretório nacional do Republicanos doou R$ 1 milhão e o diretório estadual do PSB, R$ 400 mil. Não houve registro de doação individual.

Gastos das demais candidaturas

Ivan Moraes (PSOL) declarou receita de R$ 660 mil. O diretório nacional do PSOL doou R$ 450 mil, e o diretório nacional da Rede Sustentabilidade repassou R$ 200 mil. Também foram contabilizados R$ 454 em financiamento coletivo.

Renan Hallais (Missão) informou R$ 94.675,57 em despesas, valor já totalmente pago. Os principais gastos foram com pessoal, no valor de R$ 45 mil, confecção de adesivos, com R$ 36 mil, e uma produtora audiovisual, com R$ 13 mil. A candidatura arrecadou R$ 102 mil, sendo R$ 100 mil do diretório nacional do partido e R$ 2 mil em financiamento coletivo.

Guilherme Fonseca (PSTU) declarou R$ 20 mil em gastos, principalmente com serviços prestados a terceiros, de R$ 10 mil, e serviços advocatícios, de R$ 7 mil. A receita informada foi de R$ 25 mil, integralmente doada pelo diretório nacional do PSTU.

Professora Camila (UP) registrou R$ 9.100 em despesas, o menor valor entre as candidaturas que declararam gastos e receitas no período.

Limite de despesas

Para o governo de Pernambuco, o TSE definiu teto de R$ 11,5 milhões no primeiro turno e de mais R$ 5,7 milhões em caso de segundo turno. Assim, o limite para quem disputar os dois turnos é de R$ 17,3 milhões.

Professor Jeremias do Banco (Democrata) não registrou gastos no período. O nome não aparece na relação porque a candidatura foi indeferida pela Justiça Eleitoral e passou a constar como inapta após o trânsito em julgado.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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