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Projeto aprovado no Senado reformula seguro rural e pode ampliar crédito

CNseg afirma que novas regras podem fortalecer a proteção dos produtores e estimular investimentos após eventos climáticos extremos.

Projeto aprovado no Senado reformula seguro rural e pode ampliar crédito

O projeto de lei 2.951/2024, aprovado no Senado nesta quinta-feira (3/9), reformula a política de seguro rural e pode ajudar a ampliar o crédito para produtores. A avaliação é da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNseg), que divulgou uma nota sobre a proposta nesta sexta-feira (4/9).

O texto segue agora para sanção presidencial. A proposta altera o marco legal do seguro rural, amplia os mecanismos de proteção aos produtores e busca estimular a oferta de coberturas. Para a CNseg, as mudanças também podem preservar a capacidade de pagamento no campo e acelerar a retomada dos investimentos depois de eventos climáticos extremos.

Subvenção e Fundo de Catástrofe

A entidade avalia que o aperfeiçoamento do Programa de Subvenção ao Seguro Rural (PSR) e a operacionalização do Fundo de Catástrofe podem aumentar a cobertura e a capacidade de resposta aos eventos climáticos. A CNseg afirma, porém, que será necessário garantir recursos estáveis e adequados ao programa.

“Ao termos um marco legal que aumente a estabilidade do orçamento de subvenção ao seguro, o poder público fortalece a competitividade do campo, estimula investimentos e contribui para o desenvolvimento sustentável do agronegócio brasileiro”, disse Hailton Madureira, diretor de Relações Institucionais da CNseg.

A aprovação ocorre após uma retração do seguro rural associada ao bloqueio de recursos do PSR, à volatilidade dos preços das coberturas e à falta de um fundo de estabilização. No mesmo período, a parcela da produção protegida diminuiu, enquanto os riscos climáticos aumentaram.

Segundo a confederação, a área agrícola segurada chegou a 16,3% em 2021, mas a participação tem projeção de recuar para 2,3% em 2025. A CNseg afirma que o próximo desafio será aplicar o novo marco com recursos previsíveis, produtos adequados às diferentes culturas e regiões e maior integração entre os participantes do setor.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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