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Ministra do TSE propõe rejeitar registro de Pablo Marçal para a Presidência

Estela Aranha considera que Marçal não pode concorrer por inelegibilidade e questiona a validade da filiação ao PRTB.

Ministra do TSE propõe rejeitar registro de Pablo Marçal para a Presidência

A ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), votou pelo indeferimento do registro de candidatura de Pablo Marçal (PRTB) à Presidência da República. O caso é analisado no plenário virtual pelos sete ministros da Corte Eleitoral, e o prazo para os demais votos termina nesta sexta-feira, 11.

Ainda precisam votar André Mendonça, Dias Toffoli, Kassio Nunes Marques, Antônio Carlos Ferreira, Floriano Marques e Villas Bôas Cueva. A decisão de Estela Aranha é o primeiro voto apresentado no julgamento.

Motivos do pedido

Marçal está inelegível, mas registrou a candidatura com base em uma liminar. No documento, apresentou uma filiação ao PRTB retroativa a abril deste ano. Antes disso, estava filiado ao União Brasil.

O Ministério Público Eleitoral impugnou o registro e pediu que a candidatura fosse indeferida por dois motivos: a inelegibilidade em vigor e a ausência de validade da filiação ao PRTB.

Marçal recebeu três condenações à inelegibilidade e conseguiu reverter duas após recorrer. A punição que permanece está relacionada à promoção de um “campeonato de cortes” entre apoiadores durante as eleições municipais em São Paulo em 2024.

Na ocasião, ele oferecia compensações em dinheiro a quem produzisse vídeos para promovê-lo. A Justiça Eleitoral considerou que houve uso indevido dos meios de comunicação.

O influenciador também recorreu dessa condenação. Dos quatro crimes atribuídos a ele na primeira instância, conseguiu afastar duas imputações, mas a inelegibilidade foi mantida. Ainda há possibilidade de recurso ao TSE.

Em 2024, Marçal concorreu à Prefeitura de São Paulo pelo PRTB. Em abril deste ano, deixou o partido e se filiou ao União Brasil. Perto do fim do prazo para o registro de candidatos, obteve uma liminar e sustentou que continuava filiado à antiga legenda.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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