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Simone Tebet defende reforma do Judiciário e mudanças no STF

Candidata ao Senado por São Paulo propõe limitar decisões monocráticas e acabar com penduricalhos no Judiciário.

Simone Tebet defende reforma do Judiciário e mudanças no STF

Simone Tebet (PSB), candidata ao Senado por São Paulo, defendeu uma reforma do Judiciário e mudanças no funcionamento do Supremo Tribunal Federal (STF). Questionada sobre o impeachment de ministros da Corte, afirmou que é necessário agir rapidamente. “Tem de colocar um freio de arrumação urgente e imediato”, declarou.

A ex-ministra disse que a crise institucional pode alcançar a economia, com efeitos sobre o desemprego, a inflação e os investimentos estrangeiros. Entre as medidas que propõe estão o fim dos penduricalhos, a retirada da vitaliciedade dos ministros do STF e a análise, pelo plenário, de decisões monocráticas tomadas por integrantes da Corte.

Tebet também afirmou que gostaria de participar, caso seja eleita ao Senado Federal, da comissão responsável por avaliar questões relacionadas ao Judiciário.

Candidatura por São Paulo

Durante a entrevista, a candidata defendeu sua escolha de disputar a eleição pelo Estado de São Paulo, apesar de ter construído sua carreira política no Mato Grosso. Ao responder a críticas de outros candidatos, citou Tarcísio de Freitas (Republicanos), a quem se referiu como “carioca eleito, legítima e democraticamente, governador de São Paulo, sem nunca ter tido um imóvel, nem história aqui”.

Tebet afirmou que recebeu 9% dos votos da capital paulista e disse que o resultado das urnas definirá se terá legitimidade para representar o estado. Também mencionou sua relação com São Paulo: estudou no estado, tem filhas e histórico na região, além de conhecer o noroeste paulista e a realidade social e econômica local. Ela classificou São Paulo como a locomotiva do País.

A candidata ainda defendeu maior presença feminina na política e disse esperar que as próximas indicações ao STF ampliem a participação de mulheres. Caso o presidente Lula vença as próximas eleições, afirmou acreditar que haverá a indicação de uma mulher, de preferência uma mulher negra. Tebet disse que a Corte nunca teve duas mulheres ao mesmo tempo e defendeu uma representação de pelo menos 30%.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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