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IPDD define prioridades para gestão 2026–2028 no Pará

Instituto terá Julianne Macedo na presidência e prevê expansão para o interior, formação de jovens e defesa das prerrogativas.

IPDD define prioridades para gestão 2026–2028 no Pará

O Instituto Paraense do Direito de Defesa (IPDD) iniciou a gestão para o biênio 2026–2028 sob o comando da criminalista Julianne Macedo. A entidade terá como prioridades a valorização da advocacia criminal, a defesa das prerrogativas profissionais e a ampliação da atuação para municípios do interior do Pará. O criminalista Lucas Sá Souza assumirá a vice-presidência.

Expansão para municípios do Pará

A nova gestão pretende ampliar a presença do IPDD para além de Belém e da Região Metropolitana. Entre as ações previstas estão cursos, eventos e rodas de conversa voltados a profissionais da advocacia criminal em outras cidades paraenses.

Julianne afirmou que o objetivo é tornar a presença do Instituto mais efetiva no interior e, futuramente, contar com representantes em outros municípios do Estado. “Um dos nossos principais projetos é expandir o Instituto para todo o Estado do Pará”, afirmou.

Formação e apoio profissional

A aproximação com estudantes de Direito e jovens advogados também está entre as prioridades. O Instituto pretende oferecer qualificação, troca de experiências e orientação sobre dúvidas relacionadas ao início da carreira. A entidade ainda planeja facilitar a participação desse público em cursos e eventos.

Segundo a presidente, estudantes e jovens advogados poderão ter acesso a valores diferenciados nas atividades promovidas pelo IPDD. A proposta é ampliar a participação desse grupo e oferecer suporte durante a formação profissional.

Defesa da advocacia criminal

Julianne disse que a percepção social sobre a advocacia criminal é um dos obstáculos para a garantia do direito de defesa. De acordo com ela, o advogado criminalista muitas vezes é associado apenas à defesa de pessoas que cometeram crimes, enquanto a proteção de direitos e garantias constitucionais recebe menos atenção.

A presidente também afirmou que essa visão aumenta a pressão sobre os profissionais, que atuam na defesa dos direitos dos acusados diante do poder estatal. “Naturalmente, a advocacia criminal é o ramo do Direito que é mais marginalizado”, declarou.

Outra meta é consolidar o IPDD como espaço de apoio, orientação e representação dos interesses da categoria. A entidade pretende oferecer aos associados um ambiente para compartilhar experiências relacionadas ao exercício profissional.

A gestão também quer que o Instituto se posicione diante de medidas e decisões que possam afetar a advocacia criminal. A intenção é que o IPDD seja reconhecido como uma entidade capaz de representar os criminalistas em temas relevantes para a categoria.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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