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Governo brasileiro rebate críticas dos EUA sobre combate ao crime organizado

Ministério da Justiça citou leis, operações e proposta de cooperação ao responder a relatório enviado por Donald Trump ao Congresso dos EUA.

Governo brasileiro rebate críticas dos EUA sobre combate ao crime organizado

O governo brasileiro negou falhas ou omissões no combate ao crime organizado transnacional e rebateu críticas feitas em um relatório enviado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao Congresso estadunidense. A manifestação foi divulgada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) na quarta-feira (16).

O documento, referente ao ano fiscal de 2027, não incluiu o Brasil entre os 23 países classificados como grandes produtores ou rotas de trânsito de drogas. Apesar disso, apresentou críticas à atuação brasileira contra o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV).

Medidas citadas pelo ministério

Em nota, o MJSP afirmou que o relatório não considera ações adotadas pelo país, entre elas a Lei Antifacção, sancionada em março de 2026, e o Programa Brasil contra o Crime, lançado em maio. A pasta também mencionou dezenas de milhares de operações realizadas por forças federais, com bilhões de reais em prejuízos provocados a organizações criminosas.

O ministério destacou a proposta de cooperação internacional entregue pessoalmente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao governo dos EUA em 7 de maio, em Washington. O plano prevê ações conjuntas contra a lavagem de dinheiro, compartilhamento de inteligência e combate ao tráfico de armas. A Casa Branca ainda não respondeu à proposta.

A pasta ressaltou que a menção no documento estadunidense não representa descumprimento formal. Na quarta-feira, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington Lima e Silva, também citou a operação Força Integrada, que bloqueou mais de R$ 508 milhões em bens de organizações criminosas em 19 estados.

“O governo brasileiro seguirá atuando de forma soberana e coordenada no enfrentamento às organizações criminosas, como demonstram os resultados obtidos nos últimos anos”, afirmou o ministério.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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