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Homem é condenado a 47 anos por feminicídio em Jaboatão dos Guararapes

José Robson da Silva também foi condenado pela tentativa de homicídio da prima da vítima e perdeu o poder familiar sobre os filhos.

Homem é condenado a 47 anos por feminicídio em Jaboatão dos Guararapes
Foto: Reprodução/Instagram

José Robson da Silva foi condenado a 47 anos e 15 dias de prisão pelo assassinato da ex-companheira, a técnica de enfermagem Priscila Carma Pimentel, e pela tentativa de homicídio da prima dela. O feminicídio ocorreu em 9 de dezembro de 2025, no bairro de Cajueiro Seco, diante dos filhos da vítima.

A sentença foi proferida nesta terça-feira (29), após julgamento realizado pela 2ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Jaboatão. A sessão foi presidida pela juíza Izabela Miranda Carvalhais de Barros Vieira. Conforme o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), José Robson também tentou esfaquear Voneide Gomes da Silva Santana, prima e vizinha de Priscila, que estava na casa durante o crime.

Pelo feminicídio, a pena ficou em 43 anos, 6 meses e 15 dias de reclusão. Pela tentativa de homicídio, foram definidos 3 anos e 6 meses de reclusão. O júri começou por volta das 9h e terminou às 15h. A defesa dispensou os depoimentos das três testemunhas do processo e apresentou recurso de apelação após o julgamento.

Medidas determinadas pela Justiça

Além da prisão, o TJPE declarou José Robson incapaz de exercer o poder familiar em relação aos filhos. Parentes informaram que Priscila tinha seis filhos, cinco deles com o condenado. A Justiça também determinou o pagamento de indenização por danos morais equivalente a 10 salários mínimos para a família.

José Robson tinha 34 anos na época do crime e foi preso em flagrante. Após audiência de custódia em 10 de dezembro, a prisão preventiva foi decretada. Ele aguardava o julgamento no Presídio de Itaquitinga, na Zona da Mata Norte de Pernambuco. Até a última atualização, a Vara de Execuções Penais não havia informado para qual unidade prisional ele será levado.

Segundo Paloma Lauriane Pimentel, irmã de Priscila, a técnica de enfermagem era ameaçada pelo ex-companheiro. Um dia após o crime, ela afirmou que a irmã havia deixado um pen drive com registros das ameaças. No momento do assassinato, dois dos seis filhos da vítima estavam no local, incluindo uma adolescente grávida.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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