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Cuba mira cooperação com o Brasil em biocombustíveis e agropecuária

Embaixador Víctor Cairo afirma que Havana busca ampliar parcerias com o Brasil em setores estratégicos e investimentos conjuntos.

Cuba mira cooperação com o Brasil em biocombustíveis e agropecuária

O governo de Cuba quer ampliar a cooperação com o Brasil em áreas como biocombustíveis, agropecuária, saúde, educação, indústria biofarmacêutica e pesquisa científica. A disposição foi apresentada pelo embaixador cubano no Brasil, Víctor Cairo, ao comentar as relações entre os dois países.

Cairo destacou o potencial da experiência brasileira em biocombustíveis, setor considerado estratégico para Cuba diante dos desafios enfrentados pelo país no acesso e no suprimento de combustíveis. O diplomata também afirmou que Havana busca o acompanhamento do Brasil no processo de atualização de sua economia.

A intenção é aproveitar oportunidades de investimentos conjuntos e ampliar o intercâmbio de produtos agropecuários. Na avaliação do embaixador, o Brasil tem relevância comercial para Cuba e pode assumir um papel ainda maior no desenvolvimento econômico da ilha.

Relações diplomáticas

A manifestação ocorreu durante as felicitações enviadas pelo governo cubano ao Brasil pelo Dia da Independência. Em publicação nas redes sociais, Cairo enviou as “mais calorosas felicitações ao irmão povo e governo do Brasil”.

O Ministério das Relações Exteriores de Cuba também afirmou que pretende preservar e aprofundar os vínculos de amizade e cooperação entre as duas nações.

Em entrevista recente, o embaixador classificou como “excelente” o atual estágio da relação bilateral. Segundo Cairo, o diálogo político entre Havana e Brasília é constante e foi acompanhado por iniciativas de cooperação econômica, comercial e científica.

O ano de 2026 marca 40 anos do restabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países. Para o embaixador, há espaço para aprofundar as parcerias em setores estratégicos e fortalecer a cooperação entre governos e empresas.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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