A BP iniciou discussões sobre a possibilidade de vender a bp bioenergy, operação de açúcar e etanol no Brasil. A avaliação ainda está em fase inicial, e não há decisão final sobre a transação. Procurada, a empresa não comentou.
A atividade deixou de ser considerada essencial para a estratégia futura da companhia, que vem redirecionando sua atuação para os negócios de óleo e gás. A mudança faz parte de uma revisão do portfólio conduzida por Meg O’Neill, CEO da BP desde abril.
A companhia assumiu o controle integral da bp bioenergy em 2024, quando comprou da Bunge os 50% restantes da operação por US$ 1,4 bilhão.
Além de analisar o futuro do negócio brasileiro, a BP vem reduzindo participações em empresas ligadas à transição energética. Também procura um comprador para a Lightsource, que atua com energia solar e baterias.
A revisão começou ainda durante a gestão de Murray Auchincloss, antecessor de O’Neill. Antes dele, Bernard Looney comandava a BP, que mantinha investimentos em diferentes fontes de energia alternativas.
As discussões sobre a bp bioenergy não indicam, até o momento, que a venda será concluída. Fontes a par do assunto afirmam que a empresa ainda avalia as opções para a operação.








