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Lei cria incentivos e mistura obrigatória para fertilizantes nacionais

Profert prevê financiamento para ampliar a produção brasileira e determina a incorporação gradual de insumos nacionais aos importados.

Lei cria incentivos e mistura obrigatória para fertilizantes nacionais

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei nº 15.496, que institui o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert). A medida busca ampliar a produção brasileira de fertilizantes, matérias-primas, remineralizadores, bioinsumos e biofertilizantes. Segundo o Ministério da Agricultura, a dependência externa do país é de 85%.

A nova lei permite direcionar recursos para linhas de financiamento destinadas à modernização, ampliação e reativação de plantas industriais. Também estão incluídos projetos de pesquisa, inovação e infraestrutura logística. Os recursos serão operacionalizados pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Mistura de produtos

O texto determina a incorporação obrigatória de fertilizantes nacionais aos produtos importados comercializados no país. O percentual mínimo será de 2% a partir de julho de 2027 e deverá chegar a 10% até janeiro de 2037. Depois desse período, a proporção poderá alcançar 30%, conforme avaliação do Conselho Nacional de Fertilizantes e Nutrição de Plantas (Confert).

Na sanção, Lula vetou o trecho que considerava fertilizantes, para fins da lei, somente os produtos “extraídos e produzidos no território nacional”. A mensagem enviada ao Congresso afirma que essa regra contrariava o interesse público porque entrava em conflito com dispositivos que tratam da mistura de fertilizantes nacionais aos produtos vendidos no país.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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