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Seleção do Fazenda Sustentável reúne 136 propriedades e define nove campeãs

Premiação chega à décima edição com fazendas de quatro regiões e atividades como café, cana-de-açúcar, grãos e pecuária.

Seleção do Fazenda Sustentável reúne 136 propriedades e define nove campeãs

A edição 2026 do Prêmio Fazenda Sustentável chega à etapa final com nove propriedades vencedoras, distribuídas entre as categorias pequena, média e grande. O anúncio será feito hoje (30), após uma seleção que recebeu 136 inscrições, recorde de participação desde o início do processo, em março.

As fazendas classificadas estão nas regiões Sudeste, Centro-Oeste, Sul e Nordeste e atuam em ao menos dez atividades agropecuárias. A lista inclui produção de café, cana-de-açúcar, soja, milho orgânico, pecuária leiteira e de corte, fruticultura e criação de aves.

Critérios da avaliação

A escolha combina parâmetros ambientais, sociais e econômicos com a checagem das informações apresentadas pelas propriedades. Na primeira etapa, são verificadas possíveis infrações ambientais e trabalhistas, licenças de operação e a regularidade do Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Depois, a análise socioambiental considera as práticas adotadas e as evidências enviadas pelos participantes. A comissão também examina dados financeiros e certificações. Nessa fase, o porte das fazendas é definido pelo faturamento, e uma média ponderada dos critérios leva à seleção das 18 finalistas.

A etapa final inclui a conferência das informações por técnicos, de forma presencial ou remota. Com base nos relatórios, a banca julgadora define as três melhores propriedades de cada categoria. O resultado é a escolha das nove campeãs.

Participação técnica

O processo tem apoio do Rabobank, do Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola) e da Agrotools. A banca é formada por sete especialistas e vencedores de edições anteriores.

Participam da comissão Fabíola Zerbini, da Conexsus; Fernanda Saturni, da LDC; Fernando Sampaio, da Rede de Inteligência em Agricultura e Clima (Riac); Henrique Sloper, da Fazenda Camocim; Ludmila Rattis, do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam); Monica Neves, da Agropalma; e Rodrigo Lima, da Agroicone.

A iniciativa está em sua décima edição e reconhece propriedades que conciliam responsabilidade ambiental, compromisso social e eficiência econômica na gestão dos negócios agropecuários.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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