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Border collies mostram técnicas de manejo de ovinos na Expointer 2026

Cães participam de oficinas do Senar e demonstram como o pastoreio pode facilitar a condução de rebanhos no campo.

Border collies mostram técnicas de manejo de ovinos na Expointer 2026

Bugra e Maragata, duas cadelas da raça border collie, participam das oficinas de pastoreio de ovelhas com cães na 49ª Expointer. A atividade é promovida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), em um curral montado para demonstrar técnicas de condução de ovinos.

O instrutor Rodrigo Belebon comanda as cadelas por meio de ordens tradicionais, como “come by”, “away” e “stand”. Os animais reúnem o rebanho e conduzem as ovelhas pelos cercados, com agilidade e controle.

Segundo Belebon, o uso dos cães facilita o manejo no campo e contribui para o bem-estar dos ovinos. “Ele é um funcionário sem salário que trabalha todo o dia, torna o manejo mais fácil e conduz os rebanhos de uma forma mais confortável”, afirma. De acordo com o instrutor, a condução evita estresse e perda de peso dos animais e pode ajudar a reduzir custos para o produtor.

Seleção e treinamento

No Brasil, os cães de pastoreio são usados principalmente no manejo de bovinos e ovinos. Para a seleção genética, são utilizados cães border collie. A denominação da raça está ligada à região de origem, na fronteira entre a Escócia e a Inglaterra.

A genética dos animais é registrada pela Associação Brasil Border Collie (ABBC). Belebon afirma que, nos últimos cinco anos, nasceram cerca de mil filhotes por ano no país e que ainda há poucos treinadores.

O treinamento começa com rebanhos de ovinos, em situações controladas, próximas e de menor dificuldade. Depois, aumentam a distância e a complexidade das tarefas. A preparação intensiva com o rebanho começa a partir de um ano de idade e pode durar de seis a oito meses, conforme cada animal.

Para Belebon, a formação de novos profissionais pode ampliar o uso dos cães no trabalho rural. O Senar oferece capacitação para essa atividade.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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