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Flávio Bolsonaro leva ao TSE denúncia contra Lula por evento da Eurofarma

Candidato do PL afirma que solenidades e divulgações oficiais tiveram uso político e associaram ações do governo à imagem de Lula.

Flávio Bolsonaro leva ao TSE denúncia contra Lula por evento da Eurofarma

Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência, e seu vice, Alfredo Gaspar, apresentaram nesta terça-feira, 22, uma representação ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra Luiz Inácio Lula da Silva. A campanha acusa o presidente de prática supostamente vedada durante o período eleitoral.

Também são citados na ação o vice-presidente e candidato à reeleição, Geraldo Alckmin, e os ministros Alexandre Padilha, da Saúde, e Wellington César Lima e Silva, da Justiça. A campanha de Flávio afirma que essa é a 14ª representação apresentada pelo senador contra Lula.

Evento na Eurofarma

Um dos pontos questionados envolve a visita de Lula ao Complexo Industrial da Eurofarma. Os advogados sustentam que o presidente e outras autoridades relacionaram políticas e resultados do governo à imagem de Lula. A representação menciona declarações de Padilha e de Paulo Câmara, presidente do Banco do Nordeste.

O documento também acusa Lula de usar o evento para comparar governos e criticar o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello. Durante a visita, o presidente disse que medicamentos para emagrecimento seriam distribuídos gratuitamente a pacientes com obesidade, mas não informou quando a medida entraria em vigor.

“Essa canetinha vai ser utilizada para cuidar, de graça, para as pessoas que tenham obesidade”, afirmou Lula no evento.

A defesa ainda questiona a divulgação posterior feita pelo Ministério da Saúde. De acordo com a representação, a pasta publicou, em 17 de setembro, conteúdos sobre a visita à Eurofarma e sobre a futura oferta de medicamentos para emagrecimento pelo SUS, com identificação nominal do presidente.

Solenidade da PRF

Outro episódio citado ocorreu em uma solenidade da Polícia Rodoviária Federal (PRF), no Rio. Os advogados afirmam que Lula aproveitou uma instalação pública e a presença de autoridades das forças de segurança para inserir conteúdo político contra adversários.

A ação menciona uma fala na qual o presidente associou o ex-presidente Jair Bolsonaro aos atos de 8 de janeiro ao comentar a classificação de facções criminosas como organizações terroristas. O Ministério da Justiça também teria divulgado oficialmente o evento, reproduzindo informações sobre ações e resultados do governo na área de segurança e identificando Lula.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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