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Flávio Bolsonaro volta a acusar STF de interferência nas eleições sem apresentar provas

Em comício em São Luís, candidato do PL criticou o STF, exibiu imagem do pai e atacou Lula.

Flávio Bolsonaro volta a acusar STF de interferência nas eleições sem apresentar provas

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) voltou a acusar o Supremo Tribunal Federal (STF) de tentar interferir nas eleições deste ano, sem apresentar provas. A declaração foi feita nesta terça-feira, 22, durante um comício em São Luís (MA), a 12 dias do 1º turno.

Flávio afirmou que a Corte age sob o argumento de proteger a democracia e disse que pretende reconstruí-la com apoio dos eleitores. "Eles claramente tentam interferir nas eleições sob o pretexto de proteger a democracia", declarou à plateia.

Durante o evento, o candidato levantou um quadro com a imagem do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O gesto ocorreu após o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) confiscar uma imagem semelhante que era carregada pelo candidato Rafael Satiê (PL-RJ).

Ao exibir o quadro, Flávio desafiou o tribunal e disse que teria de ser levado junto caso a imagem fosse retirada. "Vem tomar meu quadro aqui, TRE", afirmou.

Decisão eleitoral

Na semana passada, a ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Estela Aranhac concedeu uma liminar que restabeleceu a proibição do uso da imagem de Jair Bolsonaro na campanha de um deputado estadual em São Paulo.

Na decisão, Estela Aranhac argumentou que as medidas impostas a Jair Bolsonaro pelo STF também impedem manifestações político-eleitorais feitas por terceiros, independentemente do meio utilizado.

Flávio também voltou a atacar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), principal adversário na disputa. Na semana passada, o candidato já havia chamado Lula de “pinguço incompetente e ladrão”. No comício, disse que o primeiro passo para libertar o Brasil seria retirar o presidente do governo.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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