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Eduardo Cunha mantém campanha após TRE-MG barrar registro de candidatura

Candidato a deputado federal por Minas Gerais, ex-presidente da Câmara aguarda recurso no Tribunal Superior Eleitoral.

Eduardo Cunha mantém campanha após TRE-MG barrar registro de candidatura

O ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (Republicanos) disse nesta terça-feira, 8, que manterá normalmente a campanha para deputado federal por Minas Gerais, mesmo após o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) indeferir seu registro de candidatura. Preso anteriormente, Cunha tenta retornar ao Congresso Nacional.

O candidato afirmou que a decisão será questionada na Justiça Eleitoral superior e que o recurso será analisado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em uma publicação nas redes sociais, disse que os eleitores poderão votar nele nas eleições de outubro e que a campanha continuará com atividades nas ruas.

“Não há motivo para preocupação. A nossa campanha segue firme e sem qualquer problema com a sua continuidade”, escreveu Cunha.

Em outro vídeo divulgado nas redes sociais, o ex-deputado afirmou que sua candidatura continuará aparecendo na urna eletrônica enquanto o processo estiver em tramitação. Cunha disse ainda que trabalha no escritório em Belo Horizonte e que a equipe mantém a administração da campanha.

Recurso ao TSE

Ao comentar a impugnação, Cunha declarou que o indeferimento não impede, neste momento, a realização de atos de campanha. Ele também afirmou que a situação será resolvida pelo TSE e que as agendas continuarão.

O candidato disse que, no dia da eleição, os eleitores poderão localizar sua fotografia na urna após digitarem seu número. Também afirmou que os eleitores terão o direito de votar nele, caso essa seja a escolha.

A candidatura foi indeferida pelo TRE-MG, mas Cunha sustenta que o processo ainda está em análise e que a decisão definitiva caberá à Justiça Eleitoral superior. Em sua manifestação, reforçou que continuará trabalhando durante a tramitação do recurso e mencionou a data de 4 de outubro para o exercício do voto.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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