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Ciro afirma que vínculo familiar com Cid Gomes foi rompido

Candidato ao governo do Ceará diz que não pretende atacar o irmão, que concorre ao Senado em chapa adversária.

Ciro afirma que vínculo familiar com Cid Gomes foi rompido
Foto: Thiago Gadelha/SVM

Candidato do PSDB ao governo do Ceará, Ciro Gomes afirmou nesta quinta-feira (3) que sua relação familiar com Cid Gomes foi rompida. A declaração ocorreu durante um ato de campanha no Bairro Planalto Ayrton Senna, em Fortaleza.

Questionado sobre as críticas ao PSB, partido do qual Cid é vice-presidente, Ciro negou que exista um acordo para preservar o irmão. Ele disse que Cid deverá responder perante Deus e a opinião pública pelo que fez ou deixou de fazer. Em seguida, resumiu a situação familiar entre os dois: “Não existe mais.”

Apesar do conflito político, Ciro afirmou que evitará direcionar ataques a Cid. “Eu, se puder, faço de conta que ele não existe”, disse.

O rompimento entre os irmãos Ferreira Gomes começou há quatro anos, após um desentendimento sobre a escolha do candidato ao governo estadual. Desde então, os dois não se falam. Nas eleições municipais de 2024, apoiaram candidatos diferentes à Prefeitura de Fortaleza.

Neste ano, Ciro e Cid disputam em chapas adversárias. Cid concorre ao Senado na chapa de Elmano de Freitas, do PT, que busca a reeleição e é adversário de Ciro.

Proposta para famílias expulsas

Durante o mesmo ato, Ciro propôs transferir temporariamente para imóveis do governo as famílias expulsas de casa por facções criminosas. A ideia é cobrar aluguel de R$ 1 por mês enquanto persistir a ameaça.

Segundo o candidato, a medida começaria pelas famílias sob risco de expulsão. Elas seriam levadas para casas ou apartamentos públicos até que a segurança fosse restabelecida no território e o retorno às residências fosse possível. O governo também buscaria obter, sem expor os moradores, informações sobre os responsáveis pelas ameaças.

A proposta incluiria uma estrutura de inteligência para identificar as cadeias de comando das organizações criminosas. Ciro afirmou que pretende criar mil novos quadros de inteligência, com mudança de local de atuação para evitar vínculos ou identificação.

Ele também defendeu presídios de segurança máxima para integrantes das cadeias de comando. As unidades, segundo Ciro, teriam tecnologia para impedir a comunicação dos presos com o exterior.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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