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FNE terá alta de 16% e poderá liberar R$ 3,7 bilhões em Minas em 2027

Estimativa apresentada em Montes Claros prevê maior fatia para a pecuária e análise do plano pela Sudene em dezembro deste ano.

FNE terá alta de 16% e poderá liberar R$ 3,7 bilhões em Minas em 2027

O orçamento do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) para toda a área de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) deve crescer 16% em 2027, na comparação com o programado no ano anterior. Em Minas Gerais, a estimativa inicial prevê R$ 3,7 bilhões para financiar atividades produtivas.

A proposta foi apresentada durante um evento realizado nessa quarta-feira (23), em Montes Claros, na região Norte do Estado. O valor ainda será analisado pelo Conselho Deliberativo da Sudene em dezembro deste ano.

Distribuição por setor

A pecuária deverá receber R$ 1,1 bilhão, o equivalente a 29,7% do total previsto para Minas Gerais. A agricultura aparece depois, com R$ 866,3 milhões. Também estão previstos R$ 689,9 milhões para infraestrutura, R$ 603 milhões para comércio e serviços, R$ 313,6 milhões para a indústria e R$ 43,3 milhões para o turismo.

Pessoas físicas poderão contar com R$ 9,1 milhões para financiamentos estudantis do P-Fies e para a implantação de sistemas residenciais de energia solar.

Critérios do fundo

O FNE terá orçamento total de R$ 60,9 bilhões para financiar atividades produtivas no Nordeste, no Norte de Minas Gerais e no Espírito Santo. A maior parcela, 62%, deverá ser direcionada a empreendedores dos portes prioritários: mini, micro, pequeno e pequeno-médio.

A programação também define limites de participação de cada Estado, entre 5% e 30% do orçamento do fundo. Para infraestrutura, foi reservado um orçamento específico equivalente a 35% dos recursos.

O planejamento estabelece ainda o piso de aplicações do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) em Minas Gerais. As contratações podem superar esse limite conforme os projetos apresentados.

Entre as destinações previstas estão R$ 30,5 bilhões para o semiárido nordestino, R$ 42,7 bilhões para tipologias prioritárias da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR), R$ 1,82 bilhão para as Regiões Integradas de Desenvolvimento (RIDEs) e R$ 3,01 bilhões para cidades intermediadoras.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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