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ETFs de renda fixa puxam avanço entre investidores de Minas Gerais

Investimentos em ETFs de renda fixa local mais que triplicaram em Minas, enquanto a custódia total chegou a R$ 3,3 bilhões.

ETFs de renda fixa puxam avanço entre investidores de Minas Gerais

Os ETFs de renda fixa local foram o principal destaque entre os investidores mineiros no período de agosto de 2025 a agosto de 2026. O valor em custódia avançou 285,81%, de R$ 417,9 milhões para R$ 1,6 bilhão. A quantidade de pessoas físicas com esses fundos na carteira passou de 6.671 para 20.668, alta de 209,8%.

A categoria de renda fixa com proventos também apareceu pela primeira vez nos dados comparativos e terminou o período com 783 investidores e R$ 7,5 milhões em custódia. Nos ETFs de renda fixa internacional, o patrimônio avançou 89,74%, de R$ 13,3 milhões para R$ 25,4 milhões. O número de investidores subiu 8,8%, de 2.117 para 2.305.

Ações e exposição internacional

Os ETFs de renda variável internacional concentraram a maior base de investidores em Minas Gerais. O total cresceu 36,7%, de 36.378 para 49.760 pessoas, enquanto a custódia aumentou 38,6%, de R$ 629,9 milhões para R$ 873,7 milhões.

Na renda variável local, a quantidade de investidores avançou 49,9%, de 21.657 para 32.464. O valor investido passou de R$ 288,3 milhões para R$ 512,2 milhões, alta de 77,6%.

Os ETFs de criptomoedas internacionais tiveram aumento de 14,9% no número de investidores, de 19.521 para 22.439, mas a custódia caiu 13,7%, de R$ 393,8 milhões para R$ 339,4 milhões. Nos fundos de investimento imobiliário locais, a base recuou 3,5%, de 1.872 para 1.806 pessoas, enquanto o patrimônio subiu 40,6%, de R$ 2,2 milhões para R$ 3,1 milhões.

Crescimento no mercado brasileiro

A B3 registrou 42,2 mil novos investidores pessoas físicas de Minas Gerais com ETFs na carteira. O total passou de 88.461 para 130.661, alta de 47,7%, e o valor em custódia subiu 93,35%, de R$ 1,7 bilhão para R$ 3,3 bilhões.

Para Christianne Bariquelli, superintendente de Negócios para Pessoas Física da B3, a diversificação, a simplicidade e o acesso a diferentes oportunidades ajudam a explicar a expansão. “O crescimento da indústria reflete uma busca cada vez maior dos brasileiros por carteiras mais diversificadas e com exposição global”, disse.

No Brasil, o número de pessoas com ETFs passou de 639 mil, em junho de 2025, para 862 mil no mesmo mês de 2026. O valor em custódia aumentou R$ 8,2 bilhões, de R$ 26,9 bilhões para R$ 35,1 bilhões, alta de 30,5%.

A B3 listou 62 novos ETFs no ano passado e encerrou o período com cerca de 180 fundos disponíveis. As opções incluem renda fixa, criptomoedas, ações brasileiras e internacionais, além de produtos ligados a setores, tendências de mercado e temáticas ESG. Felipe Paiva, diretor de Relacionamento com Clientes e Pessoa Física da B3, afirmou que a base ganhou cerca de 140 mil investidores em seis meses e que a custódia avançou 30%.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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