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Advogada confirma que namorado de Isabelle Caracristi é casado

Lígia Peixe afirma que João Munhoz Neto estava separado de fato e tinha iniciado um divórcio amigável.

Advogada confirma que namorado de Isabelle Caracristi é casado
Foto: Redes sociais/Reprodução

João Munhoz Neto, namorado de Isabelle Caracristi, era casado com outra mulher quando mantinha o relacionamento com a estudante. A informação foi confirmada pela advogada de defesa dele, Lígia Peixe. O casamento ocorreu em janeiro de 2025, segundo a defesa.

João foi preso preventivamente nesta terça-feira (22), em um condomínio no bairro Aldeota, em Fortaleza. A prisão ocorreu durante a investigação sobre a morte de Isabelle, encontrada no pátio do condomínio onde morava com o namorado e familiares dele.

“[Ele] é casado. Ele, em nenhum momento, negou para ela”, afirmou Lígia. A identidade da esposa é preservada.

Defesa diz que havia separação de fato

Questionada sobre a possibilidade de o relacionamento ser considerado extraconjugal, a advogada afirmou que João estava separado de fato da esposa, embora o casamento ainda não tivesse sido encerrado oficialmente. Segundo Lígia, havia um procedimento de divórcio amigável.

A defesa também contestou a prisão preventiva. A advogada disse que foi surpreendida pela decisão depois de João se apresentar voluntariamente, entregar o celular e fornecer um endereço para ser ouvido pelas autoridades.

Lígia afirmou ainda que o cliente está fragilizado desde a morte de Isabelle e sob efeito de remédios, mas não informou quais medicamentos teriam sido usados.

Investigação sobre a morte

Isabelle Caracristi, de 22 anos, foi encontrada morta na noite de 13 de setembro, no bairro Aldeota, em Fortaleza. O caso ganhou repercussão nas redes sociais em 18 de setembro, depois que a mãe da estudante publicou um vídeo cobrando explicações e justiça.

A Perícia Forense do Estado do Ceará identificou lesões no corpo da jovem compatíveis com impacto contra o solo. Exames laboratoriais tiveram resultado negativo para substâncias de interesse toxicológico.

A investigação também menciona os artigos 122, que trata de induzir ou instigar alguém a suicidar-se ou a praticar automutilação ou fornecer material para que a vítima provoque ferimento contra si, e 147, sobre ameaça.

O Tribunal de Justiça do Ceará informou que os procedimentos relacionados à investigação sobre a morte de Isabelle tramitam em segredo de Justiça. João foi detido em um condomínio do bairro Aldeota, na capital cearense.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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