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Homem é preso no Rio por suspeita de feminicídio e incêndio em imóvel

Polícia Civil aponta ferimentos, transferência via Pix e contradições na versão do companheiro da empresária Elaine Ferreira Ourique Mattos.

Homem é preso no Rio por suspeita de feminicídio e incêndio em imóvel

Um homem foi preso temporariamente na quinta-feira (24), no Rio de Janeiro, suspeito de matar a companheira, a empresária Elaine Ferreira Ourique Mattos, e provocar um incêndio para dificultar a investigação do crime. O caso ocorreu na residência onde os dois viviam, na Pavuna, Zona Norte da capital.

A prisão por feminicídio foi cumprida por agentes da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), após a Polícia Civil reunir indícios de que a morte não teria sido causada pelo fogo. O incêndio aconteceu na manhã de quarta-feira (23). Depois de controlar as chamas, o Corpo de Bombeiros encontrou o corpo da empresária parcialmente carbonizado.

A perícia identificou vários ferimentos na cabeça e no rosto de Elaine. Também foi encontrado um projétil de arma de fogo no chão da cozinha. As marcas de queimadura estavam concentradas principalmente sobre o sofá, o que levou os investigadores a considerar a possibilidade de o incêndio ter sido provocado depois da morte para dificultar a identificação da dinâmica do crime.

Indícios reunidos no inquérito

A Polícia Civil apontou contradições nas versões apresentadas pelo companheiro da vítima. Outro elemento analisado foi uma transferência via Pix feita no dia do crime da conta do salão de beleza de Elaine para uma conta do investigado. A operação foi de aproximadamente R$ 3,4 mil.

A responsável pelo setor financeiro do estabelecimento informou que o celular da empresária era o único dispositivo usado para autorizar esse tipo de movimentação. O aparelho foi localizado dentro do veículo do suspeito.

Familiares disseram aos investigadores que o homem controlava aspectos da rotina de Elaine, restringia o contato dela com parentes e monitorava seus deslocamentos.

Com base nos indícios da perícia e nos depoimentos, a autoridade policial pediu a prisão temporária à Justiça. O pedido foi autorizado, e o investigado foi localizado e preso na quinta-feira, um dia após a morte da empresária.

A investigação continua para esclarecer como Elaine foi morta, a sequência dos acontecimentos na residência e se o incêndio foi provocado para ocultar evidências do feminicídio.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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