O preço médio do leite pago ao produtor chegou a R$ 2,70 no segundo trimestre. O valor ficou 20,5% acima do registrado no primeiro trimestre de 2026, embora tenha recuado 1,5% na comparação com o mesmo período de 2025, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A produção de ovos de galinha também avançou. Foram 1,25 bilhão de dúzias entre abril e junho, volume 0,8% maior que o do segundo trimestre de 2025 e 2% superior ao observado nos primeiros três meses de 2026.
Abates de suínos e aves
O abate de suínos somou 15,70 milhões de cabeças no período, alta de 4% em relação ao segundo trimestre de 2025. Na comparação com o trimestre anterior, houve expansão de 2,6%. O crescimento anual foi registrado em 19 das 27 unidades da federação analisadas, com destaque para Mato Grosso do Sul, que teve acréscimo de 229,79 mil cabeças.
Entre os frangos, foram abatidas 1,69 bilhão de aves, aumento de 1,8% ante o segundo trimestre de 2025. O resultado cresceu em 17 das 26 unidades da federação na comparação anual, mas recuou 1,2% diante do primeiro trimestre de 2026.
Bovinos e couro
O abate de bovinos alcançou 10,721 milhões de cabeças, crescimento de 1,3% sobre o segundo trimestre de 2025 e de 4% ante o primeiro trimestre de 2026. O IBGE classificou o resultado como o melhor para um segundo trimestre na série histórica.
O volume ficou 135,71 mil cabeças acima do registrado um ano antes, com aumento em 19 das 27 unidades da federação. São Paulo teve acréscimo de 151,70 mil cabeças na mesma comparação.
Os curtumes investigados receberam 10,96 milhões de peças inteiras de couro bovino, alta de 1,9% tanto ante o segundo trimestre de 2025 quanto em relação ao primeiro trimestre de 2026. Os dados foram divulgados pelo IBGE nesta terça-feira (15/9), nas pesquisas trimestrais de abate de animais, leite, couro e produção de ovos de galinha.








