As chuvas alteraram as expectativas para a próxima safra de café e pressionaram os contratos negociados em Nova York. No Brasil, a umidade acima da média pode favorecer a floração dos cafezais para o próximo ano, enquanto, no Vietnã, a melhora da umidade do solo tende a ajudar o desenvolvimento dos frutos.
Na terça-feira (15/9), o café arábica com vencimento em dezembro terminou o pregão com queda de 2,36%, a US$ 2,8365 a libra-peso. A Barchart relacionou o movimento às condições climáticas em regiões relevantes para a produção mundial.
O Brasil é o principal produtor e exportador mundial de café arábica. No Vietnã, líder na produção de robusta, a empresa de previsão meteorológica Viasala informou que as chuvas abundantes elevaram a umidade do solo e devem auxiliar o desenvolvimento dos frutos no Planalto Central, maior região produtora do país.
Outras commodities
O cacau também fechou em baixa em Nova York, em um movimento associado à realização de lucros. Os lotes para dezembro recuaram 1,66%, para US$ 5.923 a tonelada.
No açúcar, os contratos com entrega para março de 2027 caíram 1%, a 18,87 centavos de dólar a libra-peso, igualmente sob impacto da realização de lucros.
O suco de laranja concentrado e congelado, conhecido pela sigla FCOJ, recuou 0,52% nos lotes para novembro, a US$ 1,5215 a libra-peso, depois de avançar mais de 5% na sessão anterior.
O algodão manteve a trajetória de baixa observada nas últimas sessões. Os lotes para dezembro encerraram o dia com queda de 0,08%, a 84,48 centavos de dólar a libra-peso.








