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TSE veta propaganda eleitoral em carros de aplicativos nas eleições de 2026

Veículos usados por motoristas de aplicativos são considerados bens de uso comum durante o transporte de passageiros.

TSE veta propaganda eleitoral em carros de aplicativos nas eleições de 2026

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) proibiu o uso de carros de aplicativos para divulgar propaganda eleitoral nas eleições de 2026. A regra impede a colocação de adesivos, cartazes ou qualquer outro material de campanha nos vidros, portas e demais partes dos veículos.

A restrição vale para motoristas de plataformas como Uber e 99, além de outros serviços de transporte por aplicativo. Embora os automóveis pertençam aos condutores, o TSE considera que eles se enquadram como bens de uso comum quando são utilizados para transportar passageiros.

Regra também vale para táxis

A mesma classificação é aplicada aos táxis, que estão sujeitos a restrições por serem serviços vinculados a concessões públicas. Para a Justiça Eleitoral, bens de uso comum são locais acessíveis à população em geral, ainda que sejam de propriedade privada.

A categoria inclui cinemas, clubes, lojas, centros comerciais, templos religiosos, ginásios, estádios, clínicas e hospitais. Esses espaços não podem ser convertidos em locais de divulgação política durante o período eleitoral.

Eleitores que encontrarem um carro de aplicativo com propaganda podem fotografar a situação. Também é recomendável guardar uma captura de tela do aplicativo que permita identificar o veículo cadastrado.

Denúncias pelo aplicativo Pardal

As informações podem ser enviadas à Justiça Eleitoral pelo Pardal, ferramenta para o recebimento de denúncias sobre possíveis irregularidades eleitorais. O aplicativo está disponível para celulares e tablets desde 16 de agosto.

O responsável pela propaganda poderá ser notificado para retirar o material em 48 horas. Se a determinação não for cumprida, a Justiça Eleitoral poderá aplicar multa.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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