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STF rejeita pedido preventivo para proteger Marcola e Beira-Mar de eventual sequestro

Pastor Oséas de Campos alegou que uma ação da CIA contra os líderes criminosos poderia provocar uma onda de violência no Brasil.

STF rejeita pedido preventivo para proteger Marcola e Beira-Mar de eventual sequestro

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, negou seguimento ao habeas corpus preventivo apresentado pelo pastor Oséas de Campos em favor de Marcola e Fernandinho Beira-Mar. Os dois são apontados como líderes, respectivamente, do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV).

A decisão foi tomada em 22 de junho. Fachin afirmou que a petição não indicava um ato concreto atribuído a uma autoridade que pudesse ser analisado diretamente pelo Supremo. O ministro também concluiu que o caso não atendia às condições para que a Corte examinasse a questão desde o início.

Pedido apresentado ao Supremo

Na petição manuscrita, datada de 2 de junho de 2026, Oséas pediu que Marcola e Beira-Mar fossem mantidos em um local cuja localização fosse conhecida apenas pela Justiça, pelo Ministério Público e por seus familiares. No processo, o pastor aparece como impetrante, enquanto os dois líderes são identificados como pacientes. O governo dos Estados Unidos é indicado como autoridade no pedido.

A solicitação foi protocolada poucos dias depois de os Estados Unidos anunciarem a classificação do PCC e do CV como organizações terroristas estrangeiras. O anúncio ocorreu em 29 de maio, e a medida passou a valer em 5 de junho.

Oséas alegou que um eventual sequestro dos líderes pela CIA, agência de inteligência dos Estados Unidos, poderia desencadear um “salve geral” de violência em diferentes cidades e estados brasileiros. A expressão descreve uma ordem coordenada para ataques criminosos.

Em São Paulo, o termo foi associado à onda de ataques atribuída ao PCC em maio de 2006, que atingiu unidades policiais, presídios e prédios públicos. O episódio ficou conhecido como “Crimes de Maio” e foi seguido por uma reação violenta de agentes estatais e grupos de extermínio.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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