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Reprovação ao governo Lula fica em 50%, aponta Datafolha

Pesquisa mostra 47% de aprovação à gestão e empate entre Lula e Flávio Bolsonaro na rejeição eleitoral, com 46% cada.

Reprovação ao governo Lula fica em 50%, aponta Datafolha

A reprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a 50% entre os eleitores, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira, 11. A gestão é aprovada por 47%, enquanto 3% não souberam responder.

O resultado representa uma oscilação positiva em relação ao levantamento anterior, quando 51% reprovavam o governo, 45% aprovavam e 4% não souberam responder. Em agosto, os índices eram iguais aos registrados agora: 50% de reprovação, 47% de aprovação e 3% de indecisos.

Na avaliação por conceitos, 32% consideram o governo ótimo ou bom. O índice havia sido de 33% em agosto e de 31% na semana passada. A parcela que classifica a gestão como ruim ou péssima ficou em 42%, ante 41% em agosto e 42% no levantamento anterior. A avaliação regular permaneceu em 25% nas três rodadas. Em cada uma delas, 1% não soube responder.

Rejeição eleitoral

Lula aparece numericamente empatado com Flávio Bolsonaro entre os nomes que os eleitores afirmam que não escolheriam de jeito nenhum: 46% para cada um. Na rodada anterior, Flávio tinha 47% de rejeição e Lula, 45%. A pesquisa aponta que a variação ocorreu dentro da margem de erro.

Renan Santos, do Missão, registra 17% de rejeição. Romeu Zema, do Novo, tem 16%; Ronaldo Caiado, do PSD, 14%; e Augusto Cury, do Avante, 10%.

Metodologia e cenário político

O Datafolha entrevistou 2.002 pessoas com 16 anos ou mais em todo o País, entre 8 e 10 de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, e o índice de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01833/2026.

A campanha de Lula enfrenta desgaste associado a investigações contra Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, e Marco Aurélio Santana Ribeiro, ex-chefe de gabinete do presidente, conhecido como Marcola. Nas duas últimas semanas, o cenário também foi relacionado à crise no Supremo Tribunal Federal (STF) e à disputa entre os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes.

Lula passou a defender publicamente a quebra do sigilo de toda a investigação do caso Master. Flávio Bolsonaro é oficialmente investigado na ação em andamento no STF.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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