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Marina rebate críticas de Derrite ao Bolsa Família em debate ao Senado

Candidata defendeu reajuste de 15% no benefício e afirmou que 700 mil paulistas deixaram o programa por melhora nas condições de vida.

Em debate para o Senado, Derrite critica o Bolsa Família e Marina diz que adversário desconhece a pobreza

Marina Silva (Rede) rebateu as críticas de Guilherme Derrite (PP) ao Bolsa Família durante um debate entre candidatos ao Senado. A ex-ministra defendeu o reajuste de 15% aplicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para recompor a inflação e afirmou que o adversário não conhece a realidade de quem passa fome.

Derrite classificou o benefício como assistencialismo e criticou o reajuste anunciado pelo governo Lula. O candidato, aliado de Flávio Bolsonaro (PL) e de Tarcísio de Freitas (Republicanos), também acusou o presidente de fazer uma ação eleitoreira. Marina contestou a avaliação e disse que o programa garante alimentação para famílias atendidas.

“Você desconhece quem passa fome e trata dessa maneira um programa que ajudou o Brasil a tirar o nosso país do Mapa da Fome”, afirmou Marina.

A candidata citou a abrangência do Bolsa Família em São Paulo: cerca de 2 milhões de famílias e 3 milhões de crianças e adolescentes recebem o benefício. Também lembrou que 700 mil pessoas deixaram o programa no estado após a melhora nas condições de vida.

Reajustes e saída do programa

Derrite afirmou que pretende criar um mecanismo de saída do Bolsa Família para evitar que os beneficiários permaneçam presos ao programa. Marina respondeu que o reajuste concedido no governo Bolsonaro elevou o valor de R$ 400 para R$ 600, mas tinha validade até 31 de dezembro. Segundo ela, a correção feita por Lula não tem data marcada para terminar.

O candidato do PP, que foi secretário de Segurança Pública do governo Tarcísio de Freitas, também disse que o governo Lula prometeu picanha e entregou desemprego, além de afirmar que a população empobreceu.

Os dados citados no debate incluem a saída do Brasil do Mapa da Fome pela segunda vez em julho de 2025, depois do retorno durante os anos de governo Bolsonaro, e uma redução recorde nos índices de pobreza.

Entre janeiro e julho de 2026, o país criou 921.645 empregos com carteira assinada, conforme o Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged). No trimestre encerrado em julho de 2026, a taxa de desemprego ficou em 5,3%, o menor índice registrado para esse período específico.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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