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Lula liga proteção das fronteiras à soberania e critica decisão de Trump

Em agenda de segurança no Rio, presidente defendeu integração entre governos, reforço na PRF e mudanças na gestão dos presídios.

Lula liga proteção das fronteiras à soberania e critica decisão de Trump

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu o reforço do policiamento nas fronteiras e investimentos nas forças de segurança como medidas estratégicas para a soberania nacional. A declaração foi dada durante uma agenda sobre segurança pública no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira.

Lula relacionou a proteção das áreas de fronteira à presença de recursos naturais no país. “Nós temos de tomar conta porque o Trump está aí, está atrás de minerais críticos e de petróleo”, afirmou. O presidente citou reservas de petróleo na Margem Equatorial, a 175 quilômetros da costa do Amapá, e o pré-sal, a 300 quilômetros da costa.

Segurança integrada

Durante o acompanhamento das Ações Integradas para o Enfrentamento ao Crime Organizado no Rio de Janeiro, Lula defendeu a cooperação entre o governo federal, o governo estadual e a prefeitura. Para ele, o modelo poderá ser aplicado em outras localidades caso funcione no estado.

“Estamos tendo um novo começo para criar um novo padrão de segurança nesse País”, disse o presidente. Ele também criticou a decisão do governo de Donald Trump de classificar facções criminosas como terroristas e afirmou que não aceita esse enquadramento.

Lula ainda mencionou o ex-presidente Jair Bolsonaro e o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes ao comentar sua avaliação sobre terrorismo e violência política.

Mulheres na PRF e presídios

No evento, o presidente elogiou a presença de agentes mulheres da Polícia Rodoviária Federal e defendeu a ampliação da participação feminina na corporação para atividades de inteligência.

Lula também se comprometeu a transformar 138 prisões em presídios de segurança máxima. Ele defendeu mudanças na administração das unidades e afirmou que visitas de advogados a presos precisam seguir critérios. Para o presidente, as cadeias não devem ser usadas para o comando de quadrilhas.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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