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Lula chega a 42% e Flávio Bolsonaro marca 37% no primeiro turno

Pesquisa BTG/Nexus mostra Lula à frente de Flávio Bolsonaro e aponta maior definição entre os eleitores dos dois candidatos.

Lula chega a 42% e Flávio Bolsonaro marca 37% no primeiro turno

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na liderança da disputa presidencial no primeiro turno, com 42% das intenções de voto. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem 37%, conforme a pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 14. Na rodada de 8 de setembro, Lula registrava 39%, enquanto Flávio tinha 35%.

A diferença entre os dois candidatos passou de quatro para cinco pontos percentuais.

Augusto Cury (Avante) ocupa a terceira posição, com 6%. O escritor tinha 9% na rodada anterior e alcançou 11% na pesquisa de 31 de agosto. Ronaldo Caiado (PSD), ex-governador de Goiás, aparece com 5%, ante 4% anteriormente.

Renan Santos (Missão) manteve 2% das intenções de voto. Romeu Zema (Novo), ex-governador de Minas Gerais, registra 1%, sem alteração. Os demais candidatos somam 1%.

Brancos, nulos e eleitores que não escolheram nenhum candidato representam 4%. Outros 2% não sabem ou não responderam.

Definição do voto

Entre os entrevistados que indicaram um candidato, 83% dizem que a escolha está definida e não será alterada. Outros 17% afirmam que ainda podem mudar de voto. Na rodada anterior, 81% declaravam certeza da decisão, enquanto 17% admitiam mudança.

A maior taxa de convicção está entre os eleitores de Lula, com 89%, seguida pela registrada entre os apoiadores de Flávio Bolsonaro, de 86%. Entre os eleitores de Renan Santos, 66% consideram a decisão definitiva. O índice é de 65% entre os apoiadores de Cury, 48% entre os de Caiado e 30% entre os de Zema.

A Nexus entrevistou 2.003 eleitores com 16 anos ou mais, por telefone, entre 11 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04076/2026.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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