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Lula usa discurso do 7 de Setembro para defender soberania do Brasil

Em pronunciamento de cerca de 3 minutos, presidente criticou a pressão de potências estrangeiras e defendeu o livre comércio.

Lula usa discurso do 7 de Setembro para defender soberania do Brasil

Na véspera do 7 de Setembro, Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a soberania nacional e afirmou que o Brasil não aceitará ser submetido a interesses estrangeiros. O pronunciamento foi transmitido na noite deste domingo, 6, em rede nacional de rádio e televisão.

Sem citar diretamente o governo dos Estados Unidos, Lula criticou potências estrangeiras que, segundo ele, tentam transformar o país novamente em colônia. “Não somos colônia e não seremos colônia de ninguém”, afirmou.

O presidente relacionou a independência brasileira à defesa da soberania e da democracia. Também citou as reservas de terras raras, o marco legal para minerais críticos, o petróleo da Margem Equatorial e a maior fonte de água doce do mundo como riquezas que devem ser destinadas ao desenvolvimento do país.

Na avaliação de Lula, esses recursos precisam contribuir para o avanço da tecnologia, a geração de riqueza e a criação de empregos no Brasil. Ele também disse que um país soberano deve proteger seu território, suas fronteiras, o meio ambiente, suas riquezas e a população contra interesses estrangeiros.

Livre comércio e riquezas brasileiras

Em outro recado aos Estados Unidos, o presidente defendeu o livre comércio e afirmou que nenhum governante de outro país pode determinar com quem o Brasil deve vender ou comprar. “Somos um País soberano, e nossas decisões pertencem a nós e a mais ninguém”, declarou.

A soberania nacional passou a aparecer com frequência na campanha de Lula à reeleição diante do novo tarifaço aplicado pelo governo de Donald Trump ao Brasil.

No encerramento, Lula mencionou a Amazônia, a riqueza cultural brasileira e a transição energética como razões de orgulho para a população. O discurso, que durou cerca de 3 minutos, terminou com um pedido para que Deus continue abençoando o Brasil.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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