Osasco, Sábado, 26 de setembro de 2026
Osasco 18°C 17° / 30° Mega-Sena 3062: 5 · 9 · 11 · 17 · 18 · 38
A economia que move o interior
Política

Gilmar Mendes defende Gonet e critica decisões de André Mendonça

Ministro afirmou que decisão do CNMP afastou suspeitas contra o procurador-geral e voltou a questionar medidas de Mendonça.

Gilmar Mendes defende Gonet e critica decisões de André Mendonça

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes afirmou que a decisão do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) de rejeitar a abertura de investigação contra o procurador-geral da República, Paulo Gonet, confirmou a atuação do chefe do Ministério Público Federal no caso do Banco Master. A declaração foi publicada no X neste sábado, 26.

Na sexta-feira, 25, o CNMP decidiu que não havia indícios de irregularidades na conduta de Gonet. O julgamento terminou em cinco a quatro. A denúncia questionava a viagem do procurador-geral a Londres para uma degustação de uísque e charutos.

Gilmar também criticou o ministro André Mendonça, relator do caso no STF, após o fim do sigilo de um relatório da Polícia Federal que mostrou a proximidade entre Gonet e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Para o ministro, Mendonça já havia reconhecido no Plenário a fragilidade das suspeitas antes da divulgação do documento.

“o dano reputacional já estava consumado”, escreveu Gilmar, ao mencionar o que classificou como vazamentos seletivos no inquérito. O ministro afirmou que o caso ganhou força conforme avançava o ciclo eleitoral.

Críticas a decisões individuais

Gilmar também contestou o afastamento de Andrei Rodrigues do cargo de diretor-geral da Polícia Federal, determinado por uma decisão liminar de Mendonça. A medida foi suspensa posteriormente pelo presidente do STF, Edson Fachin.

Na avaliação de Gilmar, a decisão teve efeitos institucionais imprevisíveis e desarticulou temporariamente o comando da Polícia Federal, responsável pela segurança das fronteiras e pela repressão a crimes transnacionais. A reversão, segundo ele, evitou prejuízos maiores.

O ministro relacionou os episódios ao que chamou de decisões monocráticas de grande alcance tomadas de forma acelerada. Gilmar voltou a defender que o juiz de garantias também seja aplicado ao Supremo.

O voto decisivo no julgamento do CNMP foi do presidente do colegiado, Nicolao Dino, irmão do ministro do STF Flávio Dino.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.

Mais lidos

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5