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Haddad apoia fim das bets e defende isenção do IR até R$ 5 mil

Em ato na Zona Leste de São Paulo, candidato também criticou Flávio Bolsonaro e afirmou que Tarcísio será derrotado em 4 de outubro.

Haddad apoia fim das bets e defende isenção do IR até R$ 5 mil

O ex-ministro da Fazenda e candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), apoiou a proibição das bets anunciada pelo governo federal e defendeu a isenção do imposto de renda para quem recebe até R$ 5 mil por mês. As declarações foram feitas em um ato de campanha de Lula na Zona Leste da capital paulista.

O governo anunciou a medida nesta sexta-feira, 25, por meio de uma Medida Provisória. A proibição inclui apostas sobre eventos esportivos reais e eventos virtuais de jogos online. Também foi enviado ao Congresso um projeto de lei que prevê pena de quatro a seis anos de prisão, além de multa, para quem explorar ou operar apostas de quota fixa.

Haddad afirmou que a decisão encerra um acordo com o vício e relacionou a medida à defesa de mais tempo livre para a população e à mudança da escala 6x1. “Nós queremos o melhor para a população”, disse.

Imposto de renda

Ao defender a isenção para quem recebe até R$ 5 mil, Haddad declarou que 141 mil brasileiros passaram a pagar impostos para que 15 milhões de pessoas nessa faixa de renda deixassem de pagar imposto de renda. Ele também citou a criação de impostos para bancos, empresas de apostas e milionários e afirmou que o partido não tem vergonha de fazer justiça tributária.

O candidato mencionou ainda ações do governo petista na capital paulista, como a expansão da universidade pública e a atuação do partido para dar voz à periferia.

Durante o ato, Haddad acusou o senador e candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, de estar envolvido em esquemas de corrupção. Ele associou o político a nomes relacionados a casos no INSS, no Banco Master, em milícias e em rachadinhas, mas não apresentou provas.

Haddad também criticou o atual governador de São Paulo e adversário na disputa estadual, Tarcísio de Freitas (Republicanos). “No dia 4 de outubro vamos mandar Tarcísio para casa em Brasília ou no Rio”, afirmou.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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