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Ato em Belo Horizonte defende soberania e critica decisões sobre o STF

Movimentos populares e sindicais levaram às ruas pautas sobre democracia, economia, trabalho e controle nacional dos recursos minerais.

Ato em Belo Horizonte defende soberania e critica decisões sobre o STF

Movimentos populares, organizações sindicais e forças progressistas realizaram nesta sexta-feira (11), na Praça 7, um ato em defesa da soberania nacional e da democracia. A mobilização criticou o que os participantes classificam como tentativas da extrema direita e dos Estados Unidos de desestabilizar o processo eleitoral brasileiro.

Com o mote “Contra o golpe no STF: ocupar as ruas, defender a soberania”, o ato também abordou a crise institucional envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF). Entre as decisões questionadas esteve a destituição de Andrei Rodrigues da direção-geral da Polícia Federal, medida posteriormente revertida na quarta-feira (9) pelo presidente do STF, Edson Fachin, que determinou o retorno ao cargo.

Pautas econômicas e projeto nacional

O economista João Pedro Stedile, integrante da direção nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), defendeu a retomada do trabalho de base nas periferias e nos territórios. Entre as propostas mencionadas por ele estão a redução da taxa de juros, a jornada de trabalho 5×2 e a tarifa zero no transporte público.

Stedile afirmou que as mobilizações devem estar ligadas à construção de um novo projeto nacional de desenvolvimento, com fortalecimento da indústria e maior controle do país sobre seus recursos minerais. Ele também defendeu a criação de uma empresa estatal para explorar minérios.

Ao falar sobre a exploração mineral no Vale do Jequitinhonha, o dirigente mencionou a atuação do MST e de outros movimentos em áreas de mineração. Para ele, a disputa pelos recursos naturais está relacionada à soberania nacional. Também afirmou que a mobilização popular deve construir alternativas ao modelo econômico vigente e classificou como anticapitalista o projeto de futuro que defende.

Participação de artistas

A programação teve apresentações de Cinara Gomes, Júlia Guedes, Renegado e FBC. Os participantes também estenderam um bandeirão com a inscrição “Lula do Brasil”.

Cinara Gomes, integrante do coletivo Samba da Nossa Terra, afirmou: “Eu tô aqui por uma causa brasileira e principalmente pela soberania, pela liberdade e pela democracia”. A artista defendeu a presença dos trabalhadores da cultura nos debates políticos e a participação coletiva como forma de levar reivindicações aos representantes no Congresso, nas assembleias legislativas e nas câmaras de vereadores.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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