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TRE-SP veta uso de slogan do governo paulista pela campanha de Tarcísio

Decisão impede a candidatura de repetir a expressão usada em campanhas institucionais do Governo do Estado de São Paulo.

TRE proíbe Tarcísio de usar mesmo slogan de campanhas do governo
Foto: Jessica Bernardo/Metrópoles

O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) proibiu a campanha de Tarcísio de Freitas (Republicanos) de usar a expressão “coragem para fazer o impossível”, adotada pelo Governo do Estado de São Paulo em campanhas institucionais. A decisão também determinou a retirada da inserção eleitoral que reproduzia o slogan.

A candidatura levou a frase à televisão na estreia do horário eleitoral, às 5h23 de sexta-feira (28). A campanha de Fernando Haddad (PT) contestou o uso e pediu ao TRE-SP a suspensão da peça e da expressão.

Decisão judicial

A juíza Domitila Manssur avaliou que o slogan era empregado repetidamente na publicidade institucional do governo paulista e também havia sido usado pela campanha de Tarcísio. Na decisão, determinou que a candidatura deixe de veicular a inserção e não volte a apresentá-la.

O governador também ficou impedido de utilizar a frase em sua propaganda eleitoral. A magistrada esclareceu que a ordem não impede a campanha de mencionar realizações da gestão, usar as palavras “coragem”, “possível” ou “impossível” nem construir discursos relacionados a esses conceitos.

Depois da decisão, Tarcísio passou a usar a expressão “coragem para entregar resultados”.

A regra aplicada pelo TRE-SP proíbe que a propaganda eleitoral utilize símbolos, frases ou imagens associadas ou semelhantes às empregadas por órgãos públicos. A mesma norma já havia sido usada pelo tribunal para barrar uma propaganda de Zé Dirceu com o personagem Zé Gotinha.

O episódio ocorre depois de o grupo político de Tarcísio acusar Luiz Inácio Lula da Silva de copiar um slogan do governo paulista. Em dezembro, a administração estadual apresentou um balanço das ações de 2025 e adotou a frase ao destacar a retomada de obras e projetos parados. Desde então, o mote passou a aparecer em campanhas oficiais pagas com recursos públicos.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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