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Policial militar agride manifestante durante agenda de Tarcísio em São Paulo

Mulher protestava contra o governador no Grajaú; PM foi questionada sobre o caso e não respondeu até a última atualização.

PM bate em mulher que protestava durante ato de Tarcísio

Um policial militar agrediu uma mulher que protestava contra Tarcísio de Freitas (Republicanos) durante uma agenda de campanha no Grajaú, na zona sul de São Paulo. O governador disputa a reeleição.

Cerca de 40 pessoas chegaram ao local minutos antes de Tarcísio, com faixas contra o governador. O grupo se reuniu em frente ao Armazém Solidário, mercado ligado à Prefeitura de São Paulo que vende produtos mais baratos para inscritos no CadÚnico.

A Polícia Militar impediu um ônibus de seguir viagem e segurou o trânsito em frente ao armazém. Com isso, quando Tarcísio chegou, o veículo bloqueava a visão da manifestação.

Questionado sobre o protesto, o governador afirmou que os manifestantes eram apenas “voluntários” e disse que seria preciso buscar a “ficha criminal de cada um aí que você vai entender”.

Integrantes à paisana e seguranças da campanha registraram imagens e fotografaram os manifestantes. Um policial também puxou o braço de um deles, mas uma mulher da segurança da campanha entrou na frente e afirmou que ele fazia parte da equipe.

A PM foi questionada sobre a agressão, mas não havia respondido até a última atualização. O espaço permanecia aberto para manifestação.

Outros protestos e proposta de campanha

Tarcísio também foi alvo de protesto no primeiro dia de campanha em Osasco. Moradores da região metropolitana criticaram a Polícia Militar de São Paulo e fizeram manifestações relacionadas às áreas de educação e saúde.

Também houve protestos na zona leste da capital e em Francisco Morato. Em São Miguel e na Vila Formosa, os atos foram contra Tarcísio e Flávio Bolsonaro (PL), que não estava presente. Em Francisco Morato, Tarcísio cancelou a agenda de última hora.

O governador prometeu criar Armazéns Solidários pelo estado, com equipamentos nos mesmos moldes dos que foram inaugurados pela prefeitura na capital. A proposta é priorizar regiões com maior concentração de inscritos no CadÚnico. Segundo Tarcísio, o programa seria estadual e poderia ter parcerias com municípios mais vulneráveis.

Críticas ao Supremo

Tarcísio disse que decisões no Supremo Tribunal Federal provocam “insegurança jurídica”. Ele foi questionado sobre a decisão de Flávio Dino que reconduziu Andrei Rodrigues à direção da Polícia Federal, depois de André Mendonça ter determinado o afastamento preventivo.

O governador afirmou que disputas internas no Supremo estão ocupando espaço no noticiário e que isso transmite à sociedade uma mensagem de insegurança jurídica.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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