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Operação investiga sites falsos usados em golpes contra turistas de Fernando de Noronha

Polícias Civil da Paraíba e de Pernambuco apreenderam celulares e cumpriram cinco mandados em João Pessoa e Campina Grande.

Operação investiga sites falsos usados em golpes contra turistas de Fernando de Noronha
Foto: Polícia Civil/Divulgação

A Polícia Civil cumpriu cinco mandados de busca e apreensão nesta quinta-feira (10) para investigar um grupo suspeito de vender pacotes de viagem e reservas de hotéis falsos para Fernando de Noronha. A operação foi realizada em conjunto com a Polícia Civil de Pernambuco, que coordena o trabalho por meio da Delegacia de Piedade, na Região Metropolitana do Recife.

Foram cumpridos três mandados em João Pessoa e dois em Campina Grande. Também houve cumprimento de ordens em Fernando de Noronha. Nos cinco endereços na Paraíba, os policiais apreenderam celulares, que serão analisados para verificar a participação dos investigados e buscar informações sobre outras pessoas envolvidas.

Como funcionava o golpe

De acordo com a investigação, os suspeitos criavam sites falsos com nomes de hotéis existentes em Fernando de Noronha. As páginas tinham estrutura semelhante à dos sites oficiais, e os turistas faziam as reservas acreditando que a hospedagem estava confirmada. O golpe era descoberto apenas na chegada à ilha.

A Polícia Civil também investiga a abertura de novas pessoas jurídicas e o uso de endereços na Paraíba para a aplicação dos golpes. Até o momento, porém, as pessoas encontradas nos locais vistoriados podem ter sido vítimas do grupo. Os dados delas teriam sido usados sem autorização no cadastro das empresas.

Ninguém foi preso na Paraíba. Em Campina Grande, dois alvos foram levados para prestar esclarecimentos e liberados depois de serem ouvidos pelos investigadores.

A investigação continua para identificar os responsáveis pelos sites, dimensionar o esquema e verificar a existência de outras vítimas. A polícia ainda não informou o número de vítimas nem o valor dos prejuízos.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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