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Carcaça de baleia-jubarte de 13 metros encalha em Icapuí

Macho adulto foi encontrado na Praia da Redonda, onde equipes da Aquasis trabalham para recolher o animal e orientar o enterro.

Carcaça de baleia-jubarte de 13 metros encalha em Icapuí
Foto: Arthur Baptista e Cleilson Santos/ONG Aquasis

Uma baleia-jubarte macho adulto, com aproximadamente 13 metros, encalhou na manhã desta sexta-feira (18) na Praia da Redonda, em Icapuí, no litoral leste do Ceará. Equipes da ONG Aquasis foram mobilizadas para recolher a carcaça e investigar as possíveis causas do encalhe.

O animal havia sido avistado por moradores na tarde de quinta-feira (17), quando estava à deriva a cerca de 3 km da praia. A organização conseguiu observá-lo a partir das falésias próximas ao local e, naquele momento, orientou que não houvesse intervenção, a menos que a baleia chegasse à faixa de areia.

A Aquasis informou que vai coletar amostras biológicas e orientar os órgãos públicos locais sobre os procedimentos adequados para o enterro. A operação depende de maquinário apropriado, além das condições ambientais, do local e das variações de maré. “É uma operação complexa”, afirmou a organização em nota, ao dizer que o trabalho pode durar mais de um dia.

Orientação à população

A ONG pediu que as pessoas não se aproximem da carcaça, não subam no animal, não toquem nele nem retirem partes do corpo. Segundo a Aquasis, mamíferos marinhos em decomposição podem transmitir doenças aos seres humanos.

O atendimento a encalhes de mamíferos marinhos no Ceará é realizado pela organização. Em ocorrências com animais de grande porte, a equipe pode solicitar às prefeituras equipamentos para a remoção. Para o caso de Icapuí, a ONG espera contar com o apoio da Prefeitura de Icapuí.

A Aquasis já registrou 35 encalhes de baleias de barbatana no Ceará, dos quais 26 foram de baleias-jubarte. De acordo com a organização, os registros acompanham a temporada reprodutiva da espécie, de julho a novembro, período em que as jubartes deixam a Antártida e migram para águas mais quentes do litoral brasileiro para acasalar e ter filhotes.

Texto produzido pela Redação Trilha Econômica com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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